Coronel fica independente na eleição de Lages

Coronel fica independente na eleição de Lages

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“Da forma que nós fomos colocados na coligação do PSDB/PMDB não é de nosso interesse”.

Trecho da manifestação do Coronel Crisóstomo ao ‘se rebelar’ e declarar que não está em palanque nenhum em Lages. Portanto, recolhe-se da coligação onde está o PRB, seu partido, que seria a dobradinha Amaral e Hampel. Mas há interpretações a essa postura do Coronel.


ASSIM

A condição de candidato a vereador na coligação PRB, PTC e PEN o coloca numa situação bastante complicada. Nesse tripé de siglas está ainda a candidatura de Sérgio Godinho, também a vereador. Embora o Coronel Crisóstomo tenha um cadastro com 8 mil reservistas que, segundo ele, ajudariam-lhe a obter a vitória, se fosse candidato a prefeito, a questão prática e efetiva é mais temerária.


ANALISEM CONOSCO

Tanto o Coronel quanto Godinho, podem entrar para a história como candidatos a vereador que beiraram os 3.000 votos e não conquistaram vaga na Câmara. Ou apenas um deles entra (o mais votado, no caso). Como para eleger cada vereador é preciso somar 6.250 votos, para Godinho e Crisóstomo obterem êxito e os dois chegarem à Câmara, a coligação deles (PTC, PEN e PRB) precisa somar 12.500 votos. Ou seja, algo bastante difícil.


E…

Vale frisar que a declaração de independência do Coronel não significa desistência da candidatura. Pelo contrário, segue firme, mas sem alinhamento à coligação majoritária do PSDB e PMDB.

Coronel

Crisóstomo (esquerda) reclamou bastante da interferência estadual que impediu que ele concorresse a prefeito. Muito embora, se fosse candidato, ele teria menos de um minuto no horário eleitoral para apresentar propostas ao eleitorado

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