Mercado Público: Interdição na época de Renatinho

Mercado Público: Interdição na época de Renatinho

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Sobre a questão da revitalização do Mercado Público de Lages, secretário Jorge Raineski (Seplan) pede a palavra para esclarecer alguns pontos pertinentes:

‘Em primeiro lugar, quando iniciou a administração Elizeu Mattos e Tony Duarte, esta obra estava sob interdição devido a algumas pequenas obras e reformas mal encaminhadas, além de projetos que não condiziam ao patrimônio histórico que ela representa e que comprometiam a sua importância como monumento arquitetônico da cidade’.


O CONCURSO PARA O PROJETO

‘A obra não tinha finalidade definida e acabou se implantando ali outros serviços que não faziam parte do Mercado Público e, sendo assim, o prédio estava abandonado e sem destino. A prefeitura de Lages se prontificou em fazer um concurso nacional de arquitetura para a escolha do melhor projeto, com 48 anteprojetos apresentados, dos melhores arquitetos brasileiros e uma comissão julgadora seleta, que escolheram por unanimidade o melhor trabalho. O projeto pronto já representa uma grande contribuição com a história e cultura lageana’.


CRISE E A AUSÊNCIA DE AJUDA

FEDERAL PARA EXECUTAR O PROJETO

De acordo com Raineski, devido à grande notoriedade e impacto, o projeto pôde ser inscrito na Lei Rouanet. “Mas não teríamos como prever uma situação de crise econômica como esta em que o país vive. Não houve aporte de recursos federais e tampouco através da Lei, portanto, não temos responsabilidade sobre isso”.


AJUDA DE COLOMBO

Segundo o Secretário de Planejamento, o governador Raimundo Colombo, que tem esse projeto em mãos, já assumiu o compromisso de dizer que Lages precisa ter esta obra executada. O projeto, orçado em R$ 6 milhões, conta com valores até inferiores ao que se está gastando para o restauro da Ponte Hercílio Luz, na Capital, e do Colégio Rosa, em Lages, através de renúncia fiscal. “Assim como as demais, esta será uma obra completa, com uma representação cultural e material da nossa história e valores, à disposição dos turistas”, conclui Raineski, esclarecendo o assunto.

MercadoA

Outra observação feita é de que o novo projeto respeita e preserva a fachada original do Mercado Público, não havendo, portanto, destruição do que representa a estrutura como patrimônio histórico

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