Suspense sobre Lages na Operação Véu Protetor

Suspense sobre Lages na Operação Véu Protetor

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Até a metade da tarde desta sexta-feira prevalece o mistério e o suspense entorno dos baraços ramificados em Lages da Operação Véu Protetor. Trata-se de uma ação conjunta da Receita Federal e Ministério Público Federal que desbarata uma organização criminosa que pode ter deixado de recolher R$ 200 milhões em impostos, além de uma metade disso ter sido inscrita em dívida ativa, pelo não recolhimento. São cinco cidades que receberam investigadores e onde se cumpre mandados de apreensão de documentos. Lages é uma dessas cinco cidades. Mas não há informações ainda sobre quem aqui da paróquia estava sendo coberto pelo “véu protetor”.


A NOTÍCIA DA OPERAÇÃO

No novo esquema investigado pela Polícia Federal, a própria deputada Raquel Muniz estaria implicada. Os políticos envolvidos seriam administradores de 133 instituições que prestam serviços nas áreas de educação e saúde em todo o país. Para manter essas instituições, eles criaram uma entidade beneficente e deixaram de recolher mais de R$ 200 milhões em tributos, além de outros R$ 100 milhões que já estão devidamente lançados e inscritos em dívida ativa.

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Deputada Raquel Muniz ao declarar o voto pelo impeachment de Dilma, disse que o fazia pelo exemplo de administração do marido que é prefeito em Montes Claros (MG). No outro dia da votação, o marido foi preso pela PF. E, de repente, do nada, Lages integrou a operação onde a deputada é uma das suspeitas de irregularidades

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