O voluntariado que faz a grande diferença em Lages

O voluntariado que faz a grande diferença em Lages

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Embora ele seja colorado, considero o Küster que atua na retaguarda ali na Transul um dos bons amigos que tenho na paróquia. E foi ele que me abordou no Posto Duque do Osmar Dematê vendendo o churrasco da Festa do Asilo, que aconteceu neste domingo. Logo às 11h fui com o Shangui e a Suri conferir o entrevero. Coisa linda, minha gente. Uma demonstração enorme do quanto é grande o coração do lageano. Dezenas de voluntários trabalhando na festa e uma multidão pegando o churrasco, participando dos jogos tradicionais para angariar recursos para manter o Asilo Vicentino. Na meia hora que fiquei por ali, foi possível ver profissionais liderais como médicos, advogados, empresários, servidores públicas, donas de casa, estudantes, trabalhadores, todos imbuídos do mesmo propósito: ajudar uma instituição que faz um trabalho social enorme.


EXEMPLO DE VOLUNTARIADO

Poderia aqui relatar quase uma centena de nomes que atuaram para garantir o sucesso da Festa do Asilo Vicentino e a boa arrecadação para manter a instituição (boa parte da manutenção depende dessa festa).  Mas se toda essa legião de voluntários me permite, gostaria de usar um nome de exemplo de desprendimento nessa ação social. Trata-se do Juiz Alexandre Takashima. Com atuação em São Joaquim, Otacílio Costa e Lages, o magistrado atuava até dias atrás na Corregedoria do TJ/SC. E na festa do Asilo lá estava ele, anônimo, com o crachá no peito orientando quem buscava o tradicional churrasco. Naturalmente não estava ali para que o vissem, muito menos para chamar atenção, mas apenas para ajudar. E esse é o verdadeiro sentido do voluntariado.

asilo06

Usando a imagem discreta do Juiz Takashima ou simplesmente Alexandre, como estava no crachá, a gente reverencia toda a legião de voluntários que ajudou na Festa do Asilo Vicentino. De fato, a construção social se faz pelo exemplo!

2 Comentarios

  1. Na qualidade de Presidente do Asilo Vicentino, venho agradecer suas palavras Edson! Precisamos de pessoas comprometidas com a qualidade de vida desses velhinhos que já fizeram tanto, porém foram excluídos do seu ciclo familiar. Para muitos somos a única família que eles possuem!!!

  2. E por que não a solidariedade como forma de transformar o mundo?
    Construímos nossas histórias e não necessariamente teremos alguém para nos cuidar quando de nosso envelhecimento.
    A doação só acontece quando não julgamos, apenas contribuímos.
    Parabéns e obrigada a todos os envolvidos!
    E fica a pergunta: o que queremos ser quando envelhecemos?

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