Observatórios sociais discutem desafios em Lages

Observatórios sociais discutem desafios em Lages

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Durante dois dias representantes de Observatórios Sociais de Lages,  Rio do Sul, Blumenau,  Criciúma, Brusque, Caçador, Chapecó, Indaial, Itajaí, Concórdia,  Imbituba, São Bento do Sul, além de um representante de Lajeado/RS e do presidente e da diretora executiva do Observatório Social do Brasil (OSB) integraram uma plenária na sede da Fiesc em Lages. Foi o 7.° Encontro Catarinense dos Observatórios Sociais e a 2.ª Sessão do Fórum Catarinense de Observatórios Sociais.


FOCO

Objetivo foi reunir e compartilhar as suas experiências e boas práticas, além da apresentação do Planejamento Estratégico do Observatório Social do Brasil, assim como da provável instalação de uma Unidade Administrativa do OSB no Estado. A ideia dos articuladores dos Observatórios, nas respectivas atuações nos municípios, é torná-los cada vez mais atuantes na defesa das boas práticas administrativas.

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Colega jornalista Claine Andrade compartilhou registros sobre o evento realizado em Lages na sexta e sábado


PELA LEI E TRANSPARÊNCIA

A atuação do Observatório Social foca fiscalizar a atuação do poder público de forma autônoma, sem qualquer ingerência política (vereadores acabam tendo interferência política partidária). E não se trata de uma fiscalização maldosa. O procedimento é absolutamente técnico e o objetivo não é encontrar irregularidades, mas filtrar e torcer que não hajam irregularidades na aplicação de recursos públicos. Claro que em existindo incorreção, o Observatório atua solicitando correção direto ao ente público ou se reporta à Promotoria de Justiça, que é parceira nessa cruzada pela aplicação correta do dinheiro público.


ATUAÇÃO EM LAGES

O Observatório Social de Lages tem uma atuação bastante presente, embora o faça de forma discreta, já que o objetivo não é sensacionalizar sua atuação. As pessoas que atuam na articulação são todas voluntárias e os custos da manutenção são bancados por entidades e instituições sem qualquer cunho político e partidário. Ou seja, é a sociedade civil organizada que mantém essa estrutura para funcionar como uma espécie de ferramenta em defesa da coletividade, quando o assunto é fiscalização da aplicação de recursos públicos quer seja na execução de obras, compras ou contratos diversos.

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