Elizeu: Demissões para equilibrar fim do mandato

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Na primeira conversa pós-eleição do prefeito Elizeu Mattos ele solicitou um levantamento. Pretende demitir comissionados e contratados. Tais medidas devem ser adotadas neste mês com reflexo para novembro e dezembro. Com isso deve economizar aquele R$ 1 milhão mensal que Ceron se propõe a partir de janeiro, totalizando os R$ 2 milhões a menos de gastos nos cofres. Elizeu percebeu, pelas vias transversas que encher o Paço de comissionados não deu resultado. O resultado da eleição confirma isso.


PORÉM

No momento que ele demitir, antes de entregar o cargo os comissionados, vai estar assinando um atestado de má gestão. É que se agora ele percebe que não precisa de tanto comissionado, por qual razão não o fez antes, canalizando a montanha de dinheiro gasta para pagar os apadrinhados em investimentos e, principalmente, para manter em dia os débitos com fornecedores. Ou seja, Elizeu acaba indo para um fundo de guampa: não demite e tem dificuldade para fechar as contas ou demite e evidencia que deveria ter feito antes aquilo que só fez agora. E não há vítima nesse contexto.

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Elizeu pretende reduzir gastos com demissões neste apagar das luzes do mandato


NECESSIDADE DE EQUILIBRAR AS

CONTAS ANTES DE DEIXAR CARGO

Essas providências em relação a enxugamentos e corte de gastos neste final de mandato não é uma medida por austeridade, mas por necessidade. É que o prefeito Elizeu tem pretensões futuras na política. Talvez a Câmara Federal, talvez a Assembleia Legislativa em 2018. E para tanto ele não pode ter qualquer pendência perante o TCE/SC em relação às contas como prefeito. Ou seja, faz a lição de casa e entrega tudo redondo, ou vai se incomodar no futuro. E o momento de pensar nisso é agora.

Bem devereda!

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