R$ 393 milhões em operações no Banco da Família

R$ 393 milhões em operações no Banco da Família

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Empresários Isabel Baggio, Paulo César da Costa e Carlos Eduardo de Liz, que fazem parte da atual administração do Banco da Família, foram os convidados para a reunião da diretoria da Acil. Eles relembraram o início de criação do Banco, que nasceu dentro da Acil em 1998, e apresentaram um pouco da realidade atual.

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Isabel Baggio relembrou que o Banco da Família começou como Banco da Mulher, por iniciativa da Câmara da Mulher Empresária em 1998. A iniciativa só foi possível mediante as doações financeiras de empresários da cidade juntamente com apoio do prefeito de Lages na da época, Décio Ribeiro, empréstimos do BNDES e Badesc que somara um valor inicial aproximado de 1,2 milhões reais.


TRANSFORMAÇÃO

Foi em 2003 que o banco passou a ser chamado de Banco da Família e caracterizou-se como uma instituição de micro finanças, formada por uma associação, registrada como OSCIP (Organização da Sociedade Civil e Interesse Público). A partir disso, a entidade começou um processo de expansão.


EM SC E NO RS

Atualmente, possui 19 postos de atendimento, 112 funcionários e atende 70 municípios, entre eles cidades do norte do Rio Grande do Sul como Vacaria e Caxias do Sul, cidades da região Serrana e Meio Oeste de Santa Catarina. Nesses 18 anos de atuação, o Banco da Família contabiliza 232 mil operações de liberações de crédito em um valor total de 393 milhões de reais.


13 MIL CLIENTES

Atualmente o banco possui mais de 13 mil clientes ativos e conta com um mix de carteira que soma um total de 41,2 milhões de reais, divididos em: microcrédito (47%), reforma (31,98%), convênio (4,91%), crédito família (6%), BF Casa (casa de madeira pré-fabricadas) (4,20%) e desconto cheque (5,9%). Além disso, o Banco da Família possui, hoje, o melhor Rating Financeiro (classificação de risco) do Brasil e o quarto melhor da América Latina.


Informações: Puel Assessoria

1 Comentario

  1. Sem as Políticas Públicas dos Governos Lula e Dilma de apoio ao crédito solidário, ao microcrédito, ao crédito consignado, e a inclusão bancária… ainda seria um insignificante Banco da Mulher (Alias uma iniciativa que nasceu no Governo do Dr. Décio e devia ser um Banco Popular)… Mas jamais reconhecerão.. É preciso muita grandeza e ética para isso…

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