Lages Business: Terreno de Índios ainda é da Sinotruk

Lages Business: Terreno de Índios ainda é da Sinotruk

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Secretário Juliano Chiodelli (Desenvolvimento Econômico) de esforço e dedicação inquestionáveis relata a seguinte situação que envolveu a definição do grupo investidor interessado em aportar recursos na ordem de R$ 51 milhões no distrito de Índios, margens da BR-282, saída para Floripa:

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“No dia 14 de outubro, durante a Expolages, o representante da empresa Praiatur Participações, Cristiano Santiago realizou a visita técnica na área destinada ao condomínio empresarial, conforme previa o edital de licitação.

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Na data da licitação (31) somente a Praiatur manifestou interesse e compareceu ao certame, com análise de documentação e do cumprimento às regras exigidas para participação, a empresa foi habilitada. O valor privado para execução do empreendimento é de R$ 51.328.000,00. A Praiatur pertence ao Grupo Koch que é uma holding com 40 anos de atuação, que participa e controla negócios nos segmentos de hotéis, viagens e empreendimentos imobiliários”.


MAS EXISTE QUESTIONAMENTO

NOS BASTIDORES SOBRE A QUESTÃO

Ocorre que a área que a Praiatur demonstrou propósito em investir e implantar um condomínio empresarial (Lages Business Park) pertence – ainda – ao grupo de investidores que pretendiam trazer a Sinotruk para Lages. Há uma escritura pública dessa área para estes investidores, não podendo, portanto, o município dispor do terreno, automaticamente, para qualquer destinação.


DE FATO

É verdade que existe uma lei aprovada na Câmara que estabeleceu prazo de 24 meses para a Sinotruk começar a construir, a partir da assinatura da escritura. E esse prazo não foi atendido. Logo, em tese, a área deve ser devolvida ao município. Mas ainda não foi. E sendo assim, embora exista a presunção de que a área pode estar disponível ao município de Lages, a mesma ainda não está.


ASSIM

Antes de ter sido elaborado o projeto do Lages Business Park e feita a licitação para escolher a vencedora, a Prefeitura de Lages teria que estar com a área na mão, em termos de escritura, propriamente dita. No mundo jurídico vale aquilo que está no papel. E no papel hoje a área está em nome do grupo de investidores da montadora de caminhões. Torce-se apenas para que esses novos investidores (Praiatur) não sejam vítimas de um enrolation que atrase ou até inviabilize o propósito de investir no distrito de Índios.

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