SC e o exemplo a não ser seguido da calamidade gaúcha

SC e o exemplo a não ser seguido da calamidade gaúcha

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Tanto o governador Colombo quanto integrantes de sua equipe, volta e meia se baseiam no exemplo gaúcho, para reforçar a condição menos desfavorável das finanças públicas em Santa Catarina. Os problemas ali do outro lado do Rio Pelotas, acredita-se, chegaram-se ao ápice com a decretação da calamidade financeira nesta semana. Assunto dominou todos os noticiários do Rio Grande durante toda a terça-feira, 22. Houve protesto e tensão entre aqueles que dependem ou precisam do Governo Gaúcho.

governadores

Enquanto o Rio Grande vivia a terça-feira da calamidade financeira, governador Sartori se juntava aos demais governadores (ele está ao lado do também encrencado Pezão – RJ). Alckmin, Colombo, todos foram ao DF. Saíram de lá com um aceno: se economizarem mais, recebem parte do dinheiro repatriado do exterior.


QUANTO PARA SC?

Os Estados terão um aporte de R$ 5,3 bilhões. Para Santa Catarina, os recursos serão de aproximadamente de R$ 62 milhões, já descontado o Fundeb. Governador Colombo ressaltou que as medidas exigidas dos Estados já estão inclusive sendo adotadas em SC, com extinção de empresas e readequação da previdência estadual. “Estamos conscientes e a nossa convicção é que, para o bem do país, temos que trabalhar pela reforma da Previdência Social”.


SEM AUMENTO DE IMPOSTOS

Sobre o ajuste fiscal nos Estados, Colombo acredita que é possível fazer sem o aumento dos impostos. “Em Santa Catarina, não aumentamos impostos. Não dá para fazer isso. Não é bom para o país ver o que está acontecendo com o estados”. O governador explicou ainda que os governos concordam com a mudança na contribuição previdenciária dos servidores públicos estaduais de 11% para 14%, o que já foi feito em Santa Catarina. Colombo destacou que os governadores ainda não conhecem o projeto de reforma da previdência do governo federal, mas devem ter acesso a ele nas próximas semanas para trabalharem em conjunto.

1 Comentario

  1. Todos sabiam que Sartori e seu secretariado não tinham condições para adminsitrarem o estado gaúcho e a falta de gestão e incompetência administrativa do PMDB são os principais fatores para a falência estatal e a crise ainda é uma justificativa muito usada nestas horas, queriam moralidade, não a corrupção e votaram mal o povo gaúcho, pagam o ônus da ignorãncia política. Pena que só vem o erro depois.

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