Câmara aprova projeto que pode bater na trave

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Projeto aprovado na Câmara de Vereadores para regulamentar serviço de táxi em Lages não deve passar pelo filtro da Procuradoria do Município. A razão simples seria a necessidade de licitação ampla, irrestrita e sem privilégios. Será que a atual Câmara de Vereadores se despedirá com mais esse dente no facão em termos de legislação sem noção? Tomara que não!

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Imagem da reunião que antecedeu a análise e votação do projeto para regulamentar atividade de táxi em Lages


LINHA EDITORIAL ÁSPERA

Virou assunto da sexta-feira as ausências do governador Colombo, prefeito eleito Antônio Ceron e deputado Gabriel Ribeiro no evento Prêmio Empreendedor. A versão oficial é de outras agendas que os três cumpriram em horário idêntico. Mas há quem aponte também outros fatores. Então…


ORQUESTRA SINFÔNICA NO

CAMPUS DA UDESC EM LAGES

Um concerto ao ar livre com Coral e a Orquestra Sinfônica de Lages marcou encerramento do Novembro Cultural do CAV, campus da Udesc de Lages…

orquestra

A imagem com mais de 500 pessoas sentadas ao ar livre assistindo ao espetáculo, evidencia que o lageano gosta de música de qualidade!



CONSTRUTORA TERRA

NA FEIRA CONSTRUIR/SC

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Empreendimentos como o Residencial Centenário (acima), Residencial Terra, Residencial Távora Tigre e outros projetos da Terra Engenharia podem ter prospectos e informações detalhadas ao alcance do público que visitar a Feira Construir/SC. A Construtora Terra montou um estande para receber o público interessado em adquirir imóveis da empresa.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Se a intenção da regulamentação do serviço de Taxi é a de acabar com o privilégio de alguns terem mais de um carro, não poderá esta regulamentação abrir privilégios. Sabe-se que existem algumas pessoas possuem vários Taxis explorando como uma Empresa, entretanto as propriedades destes veículos estão em nomes de laranjas. Se estão em nome de laranjas, certamente porque o espírito da Lei da Concessão não permite a propriedade de mais de um veículo. E se a Lei não permite mais de um veículo por pessoa, a nova regulamentação não pode permitir o Status Quo, pois corre-se o risco de se legalizar o ilícito. Direito adquirido é outra coisa. Se fosse permitido por Lei a posse de mais de um veículo, estes estariam em nome do dono, e não existiria a necessidade de colocar em nome de laranjas.

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