BR-282: Dois momentos da travessia urbana em Lages

BR-282: Dois momentos da travessia urbana em Lages

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Colega Everton Gregório (Câmara de Vereadores de Lages) compartilha uma informação sobre o desejo do vereador Juliano Polese (vice prefeito eleito) de homenagear o líder comunitário Jairo Wolff dando o nome deste a um pedaço da BR-282 que corta os bairros Gethal e Santa Maria. Faça-se o registro da proposição de Polese, mas aproveitamos a imagem enviada pelo jornalista para apontar como era a BR-282 antes e como ficou depois da implantação das Vias Marginais no trecho referido…

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Claro que a obra tem uns pecadinhos, mas a diferença é gigante. Vamos imaginar como seria essa travessia urbana com pista simples, a partir do aumento do movimento de veículos como ocorreu nos últimos cinco anos. O registro acima dá uma ideia de como era a passagem…

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E aqui a obra pronta. A título de curiosidade, na imagem lá em cima, a diária do Hotel Afford (no out door) era de R$ 65,00. Uns cinco anos de pois a mesma diária passou para R$ 109,00…


Imagens do banco de dados e do legislativo lageano


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Já foi dito isso, mas sempre é bom reforçar. O projeto da travessia urbana da BR-282 foi articulado pelo então vereador Jacinto Bet (na época no PR) e bancado pela prefeitura de Lages no valor aproximado de R$ 1,2 milhão, quando Renatinho era prefeito. Esse montante de R$ 1,2 milhão, por sinal, o município acabou tendo de volta para os cofres porque a empresa que executou a obra (Setep), pagou o equivalente de imposto à prefeitura (ISS).

3 Comentarios

  1. O projeto foi bem feito que não existe hoje passarela alguma; A única ligação do lado Sul com o Norte da cidade é o viaduto da Rex;

    As vezes penso, o que há de errado com nossos governantes? Eles recebem para pensar em “soluções” e entregam isso…

    Igual na via gastronômica, Avenida Ponte Grande, distrito industrial de Índios, e por aí vai;

    São arquitetos e engenheiros, homens de formação, qual o problema deles? Será que é a “formação universitária”? Política? Falta de informação? Querer sempre inovar?

    Nenhum deles consegue ver um projeto de travessia urbana Norte Americano ou Alemão e tentar fazer “parecido”? Não existe preocupação alguma com a estética?

  2. Nós possuímos um cabedal de profissionais e técnicos capacitado e não precisamos importar besteiras e concepções de fora que não se enquadram com a nossa realidade social do Brasil e da Serra. Simplesmente os projetos que são executados hoje a maior parte vem de Brasília já padronizados e aqui executados, quer dizer nenhum técnico visitou o local para ver o terreno, as nuances e as especificidades da região, isso é um déficit preocupante pois para políticos há diarias e para técnicos não há. Em síntese esse é o fator para se ter projetos desencontrados e não a formação propriamente dita.

  3. Este techo da BR 282 devria sim se chamar CELSO MARCOLIN, pois se a mesma tem a qualidade que tem, é graças ao movimento levantado por ele e liderado pela ACIL e FIESC.

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