Estrada da Coxilha tem traçado até Tubarão/SC

Estrada da Coxilha tem traçado até Tubarão/SC

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Quando o Governo do Estado anuncia a retomada das obras da SC-390 entre Lages e Capão Alto está se referindo ao trecho de chão batido que é a parte inicial da Coxilha Rica. Ocorre que a SC-390 é uma rodovia que acompanha o mapa catarinense desde o Oeste até chegar em Tubarão (BR-101). Porém, em alguns trechos a estrada é apenas chão batido. Anita Garibaldi a Celso Ramos é um exemplo e o trecho desde a BR-116 até São Joaquim também é. Pelo projeto, a SC-390 cortaria a Coxilha Rica ligando Capão Alto a São Joaquim. E esse primeiro trecho da estrada que obteve autorização para sequência por parte do governador Colombo.

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A autorização inclui a retomada de obras como a implantação da ponte sobre o Rio Pelotinhas que ficou com o esqueleto dessa forma como mostra a imagem, cujos trabalhos serão retomados pela empresa BTN Construtora, visto que a empreiteira anterior deitou o cabelo e não deu sequência aos trabalhos.


135 METROS DE PONTES

No contrato estão previstas as pontes sobre os rios Sanga Tatetos (27 metros), Pelotinhas (65 metros) e Arroio Penteado (43 metros). A instalação do canteiro de obras já foi autorizada pelo governador Raimundo Colombo e deve iniciar nesta semana. O investimento do Governo do Estado será de R$ 5,3 milhões somente para as pontes. “Ficamos um período paralisados por causa da empresa anterior, que cancelou o contrato. Com isso, ocorreu uma nova licitação e, em paralelo, as tratativas e o processo com Iphan. Agora está tudo aprovado pelo órgão desde a última semana, então é só começar as obras”, explica o engenheiro Clayton Bortoluzzi (Deinfra), responsável por deixar a obra da Coxilha encaminhada, antes de retornar a Lages e integrar a equipe de Ceron.

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A ponte sobre o Rio Pelotinhas (pela estrada da Vigia) é a mais extensa delas. Terá 65 metros de extensão. A providência inclusive resolve o problema de isolamento da região cada vez que chove mais forte e a correnteza leva a ponte de madeira

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O Iphan chegou a questionar a obra porque houve gente de Lages denunciando que o asfalto iria descaracterizar o corredor das tropas. Foi preciso apresentar informações e o projeto para esclarecer as coisas perante o Instituto Histórico Nacional

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