Mão de obra qualificada dos ex-prefeitos da Serra

Mão de obra qualificada dos ex-prefeitos da Serra

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Nenhum prefeito que comandou administrações até o expediente da sexta-feira passada ficará na rua da amargura ao apear do cargo. Aqueles que optarem por não enveredar pela iniciativa privada (retornando às atividades que já desempenhavam) têm janelinhas no serviço público-político abertas. Ex-prefeito Elizeu Mattos – conforme informa a colega Olivete Salmória – vai assessor a bancada do PMDB na Assembleia. A função lhe permite ajudar os colegas deputados e ser ajudado no projeto proporcional do ano que vem, quando deve concorre a Estadual.

Elizeu será a aposta do PMDB para Estadual ano que vem na Serra Catarinense. Embora nas costuras ele poderá concorrer inclusive a Federal. Enquanto isso, assessora a bancada pelega na Alesc


NOS GABINETES

Outros prefeitos também estariam se arrumando nos cantinhos de Floripa para serem ajudados agora e, principalmente, ajudarem ano que vem. Exemplo disso é Vânio Forster de Correia Pinto, cujos colegas informam que ele pode ocupar espaço no gabinete da deputada Dirce. Ela o ajuda agora de olho em seu potencial de votos como cabo eleitoral ano que vem para a reeleição dela.


E TONI DUARTE?

Com experiência de quem tocou uma prefeitura em período turbulento, Toni Duarte não ficará ‘devarde’. Ele tem mais de um desafio pela frete. Além da advocacia que pode mantê-lo atuando na paróquia, o PPS o quer ajudando a fortalecer a sigla em âmbito de Estado. Toni que como escrevemos em O Momento, saiu por cima do cargo, sendo inclusive aplaudido quando deixava o Paço na solenidade da tarde de domingo. E deixar a prefeitura, sendo aplaudido, depois de uma administração de contrastes, é uma proeza bem credenciadora.

Zé Rabelo caprichou neste hasta la vista de Toni Duarte e a esposa Suzana na saída do Paço

1 Comentario

  1. Isso se chama uma das chagas do Estado Democrático de Direito, ou seja uma parasitagem infinita, na atualidade ninguém mais entra na política sem um plano de perpetuação nela, seja nas ramificações das prefeituras e nas administrações públicas que gravitam pelo Brasil. Em relação a Capital deve-se tentar um bom cargo, senão a inflação da ilha, os custos de moradia, nossas belas praias e se o cara quiser viver com alguma amante, o salário não cobrirá estas despesas, imagine para um lageano com a vida pacata de Lages se aventurar em ser ou sonhar ser um novo rico na Ilha. No passado o cara deixava de ser comissionado e voltava para as suas atividades, agora ser comissionado virou uma profissão e o cara com orgulho se declara como tal, a atividade pública é aquela cachacinha que o cara não larga mais e morre nela. No órgão em que trabalho na capital, passa ano e entra ano e não conheço nem 10% dos comissionados da casa e eles não possuem o menor interesse em também me conhecer e a vida segue.

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