Ainda a questão da audiência de rádio em Lages

Ainda a questão da audiência de rádio em Lages

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Mano Amauri Bacci escreve nos comentários que não viu nenhuma pesquisa Ibope sobre audiência de rádio e Lages nos últimos dois anos. A gente também não viu. A única pesquisa de audiência de rádio realizada em Lages recentemente foi encomendada pelo Grupo SCC ao Instituto On Line. Os dados têm a credibilidade inconteste considerando a referência que o On Line possui como realizador de levantamento sobre opinião pública em Lages. Mas naturalmente, tal qual na política, quando os índices não são bons para este ou aquele, há uma tentativa de desqualificação, estratégia que faz parte dos setores envolvidos e/ou atingidos.


MERCADO CONSIDERA ÍNDICES

Rádio Clube FM que já era líder mesmo quando na frequência AM, mantém a liderança em Lages: Em cada três rádios ligados, um sintoniza a Clube. Em alguns horários a proporção é ainda maior. E uma sintonizada na emissora comprova inclusive a adesão de bons anunciantes à grade de programação. A campanha de final de ano da Cacau Show de Lages, por exemplo, incluiu parceria de fixação da marca na Clube FM, só para citar um exemplo.


E A MASSA?

A Massa FM é outro exemplo de case de sucesso. A emissora de rádio que nem tem meio ano de existência na cidade, conquista espaço significativo não apenas com o público, mas com anunciantes. Com a adesão à Rede Massa, os diretores do Grupo SCC procuraram ter uma emissora com apelo popular (no segmento musical) que não conflitasse em audiência com a Clube FM. Os dados do Instituto On Line demonstram exatamente isso. Apostar no comando de Célia Dalazoana na Massa FM também foi uma das tacadas certas dos Amaral.

Célia Dalazoana (direita) que tem a receita para a popularização de uma rádio, repercutindo o trabalho, naturalmente, a uma boa receita, porque os meios de comunicação também focam faturamento

A última pesquisa em Lages é essa da segunda quinzena de novembro onde Clube e Massa – ambas FM – chegam a quase 60% da audiência de rádio na cidade



ENQUANTO ISSO NA TV…

Tem caso de emissora de TV no Estado que não consegue veicular campanhas institucionais de estruturas públicas (Governo do Estado, Assembleia Legislativa e prefeituras). E a razão é inusitada: Faltam certidões negativas à emissora. Há uma regra de que órgãos públicos só veiculam naqueles veículos onde as chamadas CND – certidões negativas de débito – estão em dia. Se estiver devendo um impostinho aqui ou ali (ou atrasando o recolhimento de INSS, por exemplo), não tem acesso à verba publicitária pública. Sinal que a crise não só passa na TV, como às vezes, a acompanha também!

1 Comentario

  1. Vejo que meu pequeno comentário sobre o IBOPE encomodou bastante o blogueiro, pelo tamanha da atenção que deu ao mesmo.
    O Instituto On Line realmente tem muitos serviços realizados em outras áreas.
    Porém acredito que não tenha os mesmos critérios técnicos utilizados no Brasil para aferição de audiência, como os institutos mais renomados e preparados, que são utilizados e aceito pelo mercado publicitária brasileiro.
    Mais não precisa dar tanta atenção a isso … Foi apenas um comentário.

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