Lages: Centro Educacional corre risco de interdição

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Baseado num relatório da Vigilância Sanitária o Ministério Público que atua na Comarca de Lages conseguiu um feito importante para proteção e estudantes e docentes do Centro Educacional – a Escola de Educação Básica Vidal Ramos Júnior – na frete do Angeloni. O Judiciário atendeu a ação do MP e determinou que o Governo do Estado repare irregularidades na estrutura física, inclusive infiltração nas salas de aula, falta de limpeza e organização no laboratório, portas e vidros quebrados, fiação e encanamento soltos, fissuras nos pilares e desplacamento de concreto.


E MAIS

Outro parecer técnico, assinado por um engenheiro civil, indica fissuras, trincas, rachaduras, desplacamento em vários locais – deixando a armadura exposta e sujeita à oxidação e corrosão – além de fiação de energia elétrica exposta em vários pontos. Como é um período de recesso, o prazo estipulado na sentença é de 60 dias. Depois disso, o Estado pagará R$ 200,00 de multa por dia até atender aquilo que é solicitado na ação. Também após esse prazo, o Centro Educacional deve ser interditado (tipo ocorreu com o Colégio Aristiliano) e as crianças serem transferidas para outras unidades escolares, enquanto as obras forem executadas.

Imagem da parte interna do tradicional Centro Educacional de Lages, a maior escola da rede estadual na Serra Catarinense e que está com o ginásio de esportes interditado e corre o risco da própria instituição ser interditada por falta de ação do Estado em reparos!


AGORA, CONVENHAMOS!

Para uma escola pública chegar a esse ponto é porque a falta de providências se tornou gritante. Se Lages tivesse algum representante com tinta na caneta na Secretaria de Estado de Educação, não se chegaria a esse princípio de caos. Alguém discorda disso? Quando Vigilância Sanitária e Ministério Público precisam interferir e conseguir uma decisão judicial para obrigar o Estado a fazer aquilo que deveria ser rotina é porque a situação está feia.

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