Lages tem 93.544 imóveis taxados pelo IPTU

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Volta e meia aparece uma herança indesejada que sobrou para o staff de Ceron resolver. O ‘esquecimento’ de pagar a conta de telefone da Secretaria da Educação é apenas um exemplo. Mas a cidade está cheia de boas heranças também. Uma das melhores é o georeferenciamento que repercute na emissão de carnês do IPTU neste ano.


NÚMEROS DO GEO

Para se ter ideia, em relação ao ano passado são aproximadamente 30% a mais de carnês emitidos em 2017. São exatamente 93.544 carnês que vão chegar aos contribuintes. Significa, portanto, que a paróquia possui esse quantitativo de imóveis, considerando os residenciais, comerciais, industriais e públicos.


MUITOS DEVERIAM PAGAR,

MAS NÃO PAGAVAM IPTU

Considerando esse aumento no número e carnês, sendo que ano passado quase 20 mil foram lançados a mais para pagamento de IPTU, significa que quase a metade dos lageanos com imóveis simplesmente não pagavam o imposto, até a administração anterior lançar mão do georeferenciamento. Na última prosa que tivemos com o então secretário Jorge Raineski (Seplan), ele lembrou que o georeferenciamento permitirá que a prefeitura utilize o sistema como ferramenta para outras providências.

O então secretário Raineski, o mentor intelectual de uma das melhores providências para a máquina de arrecadar do município: o georeferenciamento. Não houve reajuste no IPTU, mas muita gente que não pagava, agora terá que comparecer para ajudar nas despesas da mãe prefa!


ARRECADAÇÃO MUITO BAIXA

Em que pese esse incremento no número de carnês de IPTU, porque mais e 93 mil imóveis foram cadastrados, o montante da arrecadação gerada por esse imposto é baixo. De acordo com os dados do Paço, foram lançados R$ 22 milhões em IPTU. O valor representa quase a metade de uma arrecadação mensal da prefeitura. Considerando ainda que desses R$ 22 milhões, aquilo que chega aos cofres do Paço de imediato não vai muito além dos R$ 15 milhões devido à inadimplência e outros fatores.

O sistema de georeferenciamento que colocou aquilo que existe na prática, no papel. Com isso, puxadinhos, novos imóveis e outras benfeitorias passam a pagar IPTU


PENSE COMIGO: NÃO

ESTARÍAMOS MAL CONTADOS?

De novo aquela pulga atrás das orelhas: Se temos 93.544 imóveis, será que somos mesmo apenas 158.000 habitantes da paróquia. Excluindo empresas e órgãos públicos, devemos ter ceca de 80 mil imóveis residenciais. Seriam apenas dois habitantes por imóvel e Lages. Não fecha, não é mesmo Doutor IBGE? Estamos muito mal contados!

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