Morta a pauladas: Crime bárbaro no Cerrito

Morta a pauladas: Crime bárbaro no Cerrito

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Delegado Davyd de Oliveira Girardi e equipe da 3.ª Delegacia de Polícia de Lages e da Delegacia de São José do Cerrito, acabaram por desvendar um crime bárbaro, cometido com requintes de crueldade e indiferença ao ser humano. Lá em novembro do ano passado, os policiais foram informados sobre o desaparecimento de Alice Vargas da Silva. Ela residia com o convivente, Igor Renato Coelho, no interior do Cerrito. Familiares de Alice, da cidade gaúcha de Cruz Alta, procuraram a polícia porque não tinham notícia dela fazia algumas semanas.


A INVESTIGAÇÃO

A Polícia Civil iniciou a investigação ouvindo o convivente de Alice. Igor Renato disse que ela havia deixado a residência onde viviam depois de uma briga de casal no dia 29 de outubro. Foram feitas buscas em Vargem, Campos Novos e demais imediações do Cerrito. Por causa das contradições e indícios de culpa, a autoridade policial (Delegado de Polícia) representou ao Judiciário pedindo a prisão preventiva de Igor e seus pais.


CONFISSÃO NA SEXTA TREZE

A Polícia Civil conseguiu o mandado de prisão contra Igor e os pais, na sexta-feira, 13. Nesse dia, o convivente confessou ter matado Alice Vargas a pauladas. Na madrugada após o crime, ele contou à polícia que amarrou a vítima em seu corpo, levando até a ponte que faz a divisa dos municípios de Barracão e Campos Novos. O deslocamento ocorreu de moto quando, naquele local, jogou o corpo da vítima nas águas do rio.

Jovem, simpática e assassinada a pauladas: Alice Vargas foi morta pelo convivente, transportada de moto até a divisa entre SC e RS e o corpo lançado ao rio

 

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