Servidores: Equação para equilibrar o LagesPrevi

Servidores: Equação para equilibrar o LagesPrevi

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Quando o prefeito Ceron fala em reduzir o complemento que a prefeitura precisa bancar para manter o LagesPrevi todo mês (algo próximo  R$ 700 mil) através do chamamento dos concursados, a equação é simples. Até o ano passado, a prefeitura possuía 2.600 contratados e outros 2.550 efetivos. Todos esses contribuíam para o INSS e não para o LagesPrevi. Com a entrada dos 700 concursados e a ideia de reduzir 25% dos contratados, a prefeitura deverá ter na nova administração, cerca de 3.250 servidores efetivos (todos contribuindo para o LagesPrevi). Com isso, aumentara a arrecadação para o instituto municipal de previdência. Elizeu, quando lançou o concurso em agosto, disse, na época que a ideia já era essa: ‘reduzir o aporte da prefeitura no instituto por conta de novos efetivos’.


MAIS CONCURSADOS NÃO

AUMENTARÁ O CUSTO DA FOLHA

A matemática também é simples. Os 700 concursados que serão chamados gradativamente ocuparão lugar daqueles que eram contratados temporariamente. Significa que a prefeitura não terá um gasto a maior com a folha. Pelo contrário. Com a decisão de ter menos e 200 comissionados e 25% a menos de contratados, a folha deverá ter uma redução na casa dos R$ 2 milhões.


QUANTOS CONTRATADOS?

A prefeitura possuía 2.600 servidores temporários. Os concursados irão substituir 700 desses. E nos outros 1.900 será aplicada uma redução de 25%. Significam 475 servidores temporários a menos. Ou seja, além dos concursados a serem chamados, Ceron quer trabalhar com 50% dos cargos comissionados ocupados na administração anterior e um número não superior a 1.500 temporários.

No registro de Greick Pacheco, o Gringo entre Polese e Arruda, usando as mãos (como bom italiano) e o dedo para explicar números e medidas de contenções no Paço

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