Polo UAB: Equívoco sobre fim do convênio

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De equívoco em equívoco a gente vai se entendendo. Assunto da semana tem sido a questão do fim do convênio entre Prefeitura de Lages e UFSC para manutenção do Polo UAB – Universidade Aberta, que funciona nos fundos do Sesi no Gethal. Ali são dois cursos: Administração e Pedagogia em caráter misto (semi-presencial e à distância). A prefeitura justifica para o fim do convênio o fato de que a função do município é gastar dinheiro com educação infantil. E isso é absolutamente verdadeiro.


INCLUSIVE

Quase a totalidade dos municípios próximos a Lages fazem convênio para ajudar subsidiar despesas com transporte escolar de acadêmicos para estudar na Unifacvest e Uniplac. Tais convênios se constituem deliberalidade do município, numa forma de incentivo aos jovens. Mas se quer o gasto deveria estar no índice da Educação (aqueles 25% da receita), visto que tal despesa não é atribuição da municipalidade.


SIM, O EQUÍVOCO

Tem pipocado a informação de que o convênio entre UAB e Prefeitura termina porque o município não quer pagar R$ 62 mil de aluguel ao ano (pouco mais de R$ 5 mil mensais) para o Sistema Fiesc (dono da área onde está o polo no Gethal). Ocorre que esse gasto é apenas um dos itens que a prefeitura precisa custear, segundo o convênio. Existem várias outras despesas que vão desde funcionários à manutenção, além de equipamentos. Logo, os R$ 5 mil de aluguel é apenas parte da despesa. Até porque, se o problema fosse só aluguel, a prefeitura poderia disponibilizar espaço em vários outros locais da municipalidade para honrar o convênio celebrado.

O assunto repercute porque duas turmas ficarão sem aula pelo fim do convênio. Mas o gasto da prefeitura vai além do custeio do aluguel da área

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3 COMENTÁRIOS

  1. Dei alguma bronca no Barão, porque com certeza ele não tinha informações da importância deste convênio e fica aquela qjuestão se a prefeitura não quiser ter mais gastos, feche tudo que se relaciona a educação e outras facetas onerosas e pronto, Lages volta a idade da pedra e tiodos ficam felizes por estrem economizando e qualquer outra cidade apoiaria e gostaria de ter este pólo, só nós descabeçados e atrasados que rejeitamos tudop que ´possa nos lançar um pouco para a modernidade, não existe mais Dilma, Temer não sabe nem aonde se localiza Lages, nossa bancada de golpistas desapareceram, a industria está tendo os indices da era pré FHC, Temer gastando 30 milhões em cartões corporativos, STF partidarizado, Moro não consegue criar um crime para Lula, Polícia Federal patrocinando filme da pior qualidade, mas ao menos o PT que provocava toda esta crise saiu, agora Lages pode crescer.

  2. João Lopes, são entidades federais, mas com atribuições diferentes, IFSC com cursos técnicos e a UFSC com cursos de graduações e sem mensalidades, o que poderia acontecer, não sei se pode, seria a cedência de salas, se estiverem sobrando, para o Universidade Aberta da UFSC, estas parcerias surgem para a divisão de despesas para ambas as instituições, como o alistamento Militar é feito pelo exercito, mas com estrutura e logística da prefeitura local, funcionários e salas, isso porque não seria tarefa afim do exercito contratar ou pagar aluguel para esse fim. Isso não é despesa para a prefeitura, pois lageanos estão se formando com cursos que seriam pagos e volta-se para aquela máxima do ganho social para a cidade, Lages ganha com a formação de seus filhos. É claro que Ceron e nenhum de sua equipe estão preocupados em pensar no social da cidade, mas sim economizar tostões que ao final, saímos mais perdendo do que ganhando porque para a UFSC saindo de Lages, amanhã já baterá a porta outra cidade interessada no programa, para a UFSC é indiferente, para nós é essencial e seria um crime recusar educação.

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