Colombo e os reflexos da ‘Carne Fraca’ em SC

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“Vamos unir forças e trabalhar de forma integrada para apresentar de forma transparente todas as informações sobre a qualidade destas empresas. Se alguém cometeu algum erro, com certeza deve ser punido. Mas este é um setor formado por empresas sérias e responsáveis, que têm credibilidade no mercado e que não colocariam em risco um patrimônio construído com tanto esforço por uma cadeia produtiva que é referência nacional”.

Palavras acima do governador Colombo (na imagem ao lado do secretário Sopelsa da Agricultura) sobre o risco ao mercado catarinense por causa da operação Carne Fraca que repercute no Brasil e no Mundo


APENAS UMA UNIDADE EM SC

Colombo liderou reunião com representantes de setores da agroindústria e autoridades. A reunião foi convocada para tentar evitar reflexos negativos da operação Carne Fraca, deflagrada nacionalmente pela Polícia Federal após identificação de irregularidades no setor. As lideranças catarinenses ressaltaram que a única unidade em Santa Catarina interditada temporariamente dentro da operação é uma filial de uma empresa paranaense, localizada em Jaraguá do Sul, que produz basicamente linguiça frescal, salsicha e presunto, para abastecimento principalmente dos mercados do Paraná e de São Paulo.

Serpa e Sopelsa nos extremos da imagem, presidente da Alesc, deputado Dreveck e Colombo nas explicações para tentar não atrapalhar a exportação de aves e suínos para 150 países a partir de SC


NÚMEROS DÃO IDEIA DA IMPORTÂNCIA

DA CARNE NA ECONOMIA DE SC

O Estado encerrou 2016 como o maior produtor e exportador de carne suína do Brasil e o segundo maior de carne de frango. E o cenário continua favorável em 2017. Apenas em fevereiro deste ano, foram exportadas 20,7 mil toneladas de carne suína, com faturamento de US$ 45,7 milhões, o que representa um crescimento de 57,5% na receita em relação ao mesmo período de 2016 e o melhor resultado da história para o mês de fevereiro.


AVES

A avicultura também teve um bom desempenho em fevereiro. O faturamento das exportações foi de US$ 124,3 milhões, um crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2016. Foram 67,6 mil toneladas em fevereiro, grande parte vendida para países como Japão, China e Países Baixos.

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