Taxa de lixo: Polêmica e debate em Otacílio Costa

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Escrevemos no Correio Otaciliense desta semana:

Assunto da semana nas redes sociais é o valor da taxa de lixo que chega às residências e empresas otacilienses. São duas as razões para a gritaria: A atualização de valores e o fato do boleto de pagamento vir separado do IPTU. Em relação à atualização, isso ocorreu porque desde 2004 não havia alteração de preços, conforme explica o prefeito Tio Ligas. Ele aponta que aquilo que era arrecadado bancava 30% dos custos da coleta e destinação. “E a coleta é um serviço cuja taxa tem que bancar o mesmo”.

O prefeito esclarece que houve aprovação da atualização ano passado na Câmara, respeitando o princípio da anuidade. A separação da cobrança do IPTU ocorre seguindo o exemplo de outros municípios, reduzindo a inadimplência. Lages, por exemplo, adotou a separação das cobranças, com a taxa de lixo sendo lançada junto com a conta da água. “Enquanto não firmarmos convênio com a Casan, foram emitidos carnês separados: Taxa de lixo e IPTU”.


VALORES PRATICADOS

Em relação aos valores praticados, o prefeito aponta que esses foram calculados exatamente para bancar o custo do serviço. “Não se arrecadará um centavo a mais para o município. Estamos apenas arrecadando para remunerar o serviço prestado”. Num comparativo com Lages, por exemplo, a coleta em Otacílio está um pouquinho mais em conta. Lages cobra R$ 165,00 ao ano, enquanto aqui o valor é de R$ 150,00. Comércio e indústria pagam em Otacílio R$ 450,00 e R$ 480,00 em Lages. Em ambos os municípios há opção de pagar em cota única ou em até nove vezes. “Observe que são R$ 12,50 por mês da coleta residencial. Estamos falando de 40 centavos por dia para coletar e dar destinação ao lixo. Não estamos fora da realidade praticada. Até não entendi porque deu polêmica e questionamento”, relata Tio Ligas.

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