PSD: Colombo e as pregações para 2018

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O lageano já conhece a oratória de Colombo. Mesmo assim o governador consegue surpreender no conteúdo ao colocar as palavras com cautela, mesclando um quase sussurro ao microfone e tons elevados da voz que causam impacto na plateia. Ao falar aos 2.500 participantes do encontro do PSD, Colombo fez o papel de Colombo e emocionou os participantes, num apelo explícito para que o atual modelo de governo tenha sequência, numa ponte entre ele e o nome do partido, Merísio.


TRECHOS DA PROSA DE

COLOMBO COM A PLATEIA

“Quando a política verdadeira fracassa, a sociedade paga o preço”.


BUROCRACIA

“Quando a gente não consegue ultrapassar as barreiras, o povo sofre”.


MODELO COLOMBO

Durante o encontro ele apresentou um vídeo que vai rodar na televisão que ‘vende’ uma Santa Catarina de sucesso. E, ao defender o estilo de governar, pregou:

“É uma atitude política não deixar esse modelo se perder”.


PEDRA MORRO ACIMA

“Quem me conhece sabe que não tenho medo nem de desafio nem de trabalho duro. Nada veio fácil na minha vida. Sempre carreguei pedra morro acima. Mas jamais reclamei nem desanimei”.


DESAFIOS

“A grande ameaça que nos desafia é a questão da segurança (…) Nós não podemos perder essa guerra”.


ASSUNTO ESPINHOSO

Reforma da Previdência não é uma reforma feita por um partido ou um governo, mas pela sociedade”.


UM RECADO

“Puxar o saco de quem já tem tudo qualquer um pode fazer. Fazer política é atender quem não tem voz, que não tem vez”.


COLIGAÇÕES 2018

“Discutamos agora para não deixar para cima da hora e fazer coligações difíceis de explicar. Precisamos dialogar desde agora”.


CORRIDA ELEITORAL

“Está chegando a hora de passar o bastão. E aqui tem gente com muito potencial. E o Merísio tem disposição e coragem para seguir essa jornada. Por isso, cabe a cada um de nós ajuda-lo”.

Com um novo mote para o PSD – Santa Catarina em boas mãos – Colombo defende sem meias palavras a pré-candidatura do deputado Merísio ao Governo do Estado em 2018

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2 COMENTÁRIOS

  1. “Puxar o saco de quem já tem tudo qualquer um pode fazer. Fazer política é atender quem não tem voz, que não tem vez”. – kkkk, K K K, k;

    Estão há 300 anos “fazendo política” no Brasil, percebemos como somos um país de primeiro mundo, uma potência mundial!

    Antigamente eu considerava “o povo” como culpado pelo nosso estado de subdesenvolvimento, então descobri a teoria dos “agentes históricos”.

    Conclui que qualquer político tem um poder infinitamente maior do que um cidadão comum. Que são pagos para pensarem em soluções, para nos tirar desse estado de m#$@.

    Cá estamos…

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