‘Delação do fim do mundo’ repercute em SC

0
1378

No feriado de Páscoa, o noticiário dominante é a chamada delação do fim do mundo. Nela, executivos da Odebrecht esmiuçaram práticas de distribuição de recursos através do Caixa II (valores não declarados) para patrocinar campanhas eleitorais de candidatos e partidos. O que chama atenção – nas palavras dos próprios delatores – é o fato de ‘terem caído na conversa’ e aportado recursos a lideranças em Santa Catarina sem conseguir nada em troca. “Tanto que teríamos que rever essa postura já que em alguns casos, como em Santa Catarina, apostávamos, mas sem obter êxito”, apontou um dos delatores em vídeo divulgado pela grande imprensa.


NOMES CITADOS NEGAM 

ACESSO A RECURSOS ILÍCITOS

As pessoas citadas nas delações enviaram manifestações à RBSTV que apurou o conteúdo daquilo delatado e produziu reportagens detalhando a questão. Da deputada Ana Paula Lima, que tinha o apelido de Musa, ao senador Dalírio Beber (delatado por questões ligadas à época que foi presidente da Casan), todos relatam desconhecimento e até espanto sobre a inclusão dos respectivos nomes. Prefeito Napoleão Bernardes (Blumenau), deputados Jean Kullmann, José Nei Ascari e até Gelson Merísio são referidos na delação como recebedores de recursos da Odebrecht. Todos negam acesso ilícito a recursos. Alguns pretendem apresentar na semana que vem documentos que comprovam o que argumentam.


QUESTÃO DE COLOMBO

Governador colombo vem repetindo aquilo que disse desde o princípio: A Odebrecht não tem contratos com o Governo do Estado e, ao longo dos dois mandatos, não efetuou nenhuma negociação com a empresa que envolva empresas estatais de Santa Catarina. O Governo emitiu inclusive uma nota:

Esse é o teor da nota de esclarecimento disparada pelo Governo de Santa Catarina sobre as delações da Odebrecht

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here