Ceron e ACIRS emitem notas sobre Greve Geral

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Associação Empresarial de Lages – Acil – por enquanto, não se manifestou sobre o assunto. Mas a Associação Comercial de Rio do Sul expede nota oficial sobre a aprovação da reforma trabalhista e os atos programados para esta sexta-feira:

“É no mínimo curioso que algumas entidades de classe sejam contrárias a tomada de medidas para que 13,5 milhões de brasileiros desempregados possam voltar ao mercado de trabalho. Impedir o avanço da reforma da previdência, a modernização das leis trabalhistas e a possibilidade de terceirização em todas as atividades, são atitudes que irão prolongar a maior crise da história e, sobretudo, aprofundar o desemprego, a informalidade e o sofrimento”.


SEGUE A NOTA

“Ao invés de defender o trabalho, sindicatos laborais convocam a greve geral e vão às ruas pela própria sobrevivência; embora não digam isto aos seus representados. É óbvio. Uma das medidas que avançam com a reforma trabalhista é o fim da contribuição sindical compulsória, de natureza tributária, principal fonte de recursos da maioria dos sindicatos do país. Enquanto o Brasil experimenta o pior índice de desemprego da história, o tema sequer integra a pauta de reivindicações destes sindicatos. Diferente, aliás, do que fizeram na última greve geral, de 1996”.


A QUESTÃO DA CRUELDADE

“Em Rio do Sul, alguns sindicatos laborais convocam trabalhadores para o movimento grevista afirmando que as condições de trabalho poderão se tornar ainda mais “cruéis” caso estas medidas sejam implementadas. Esquecem-se que crueldade é não ter onde trabalhar, é viver sem perspectivas e não ter condições de prover o sustento da própria família. Não há trabalho sem as empresas e estas não existem sem o trabalho”.


SOBRE A GREVE GERAL

“A Associação Empresarial de Rio do Sul – ACIRS é frontalmente contrária a qualquer paralisação da produção e se posiciona favorável a continuidade dos debates que trarão medidas para contribuir com a retomada do crescimento, com a melhoria da segurança jurídica e das relações de trabalho e com a sustentabilidade da previdência social”.



CERON EMITE NOTA SOBRE

GREVE GERAL DESTA SEXTA-FEIRA

Porta voz do Paço, o colega Paulo Chagas compartilha teor da nota que o prefeito Ceron assinou em relação às paralisações programadas para esta sexta-feira, 28:

Prefeito declara que o atendimento será normal em todos os níveis. A informação ignora a mobilização do Simproel, cuja ideia seria aderir à greve geral em Lages. Mas pelo exposto, haverá aula e expediente normais na paróquia durante o dia 28

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1 COMENTÁRIO

  1. “É no mínimo curioso ACREDITAR que algumas entidades PATRONAIS NÃO CAIAM NA TENTAÇÃO DELIRANTE DE FAZER VOCÊ… CIDADÃO ALIENADO… ACEITAR PASSIVAMENTE A TESE DE QUE ÀS MUDANÇAS NA CLT APROVADAS POR ESSE GOVERNO GOLPISTA sejam FAVORÁVEIS a tomada de medidas para que 13,5 milhões de brasileiros desempregados possam voltar ao mercado de trabalho. E, QUE A NÃO APROVAÇÃO DESSE MASSACRE DE DIREITOS IRIA Impedir o avanço da reforma da previdência, a modernização das leis trabalhistas e a possibilidade de terceirização em todas as atividades, são atitudes que irão prolongar a maior crise da história e, sobretudo, aprofundar o desemprego, a informalidade e o sofrimento”.

    SEGUE A NOTA

    É NO MINIMO PATÉTICO E LUNÁTICO ACREDITAR QUE ESSAS ENTIDADES PATRONAIS IRIAM PERDER ESSA OPORTUNIDADE PARA TENTAR CONVENCER VOCÊ CIDADÃO MASSA DE MANOBRA, DE QUE: “Ao invés de defender o trabalho, sindicatos laborais convocam a greve geral e vão às ruas pela própria sobrevivência; embora não digam isto aos seus representados. É óbvio. Uma das medidas que avançam com a reforma trabalhista é o fim da contribuição sindical compulsória, de natureza tributária, principal fonte de recursos da maioria dos sindicatos do país. Enquanto o Brasil experimenta o pior índice de desemprego da história, o tema sequer integra a pauta de reivindicações destes sindicatos. Diferente, aliás, do que fizeram na última greve geral, de 1996”.

    A QUESTÃO DA CRUELDADE

    É TAMBÉM INSANO ESPERAR QUE ALGUMAS ENTIDADES PATRONAIS PERCAM ESSA OPORTUNIDADE PARA JOGAR NO COLO DOS SINDICATOS A EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE PELA CRUELDADE DESSAS MEDIDAS, E SE OMITIREM DAS SUAS RESPOSNABILIDADES : “Em Rio do Sul, alguns sindicatos laborais convocam trabalhadores para o movimento grevista afirmando que as condições de trabalho poderão se tornar ainda mais “cruéis” caso estas medidas sejam implementadas. Esquecem-se que crueldade é não ter onde trabalhar, é viver sem perspectivas e não ter condições de prover o sustento da própria família. Não há trabalho sem as empresas e estas não existem sem o trabalho”.

    SOBRE A GREVE GERAL

    É UMA ABSOLUTA LOUCURA ESPERAR OUTRA POSIÇÃO DE ALGUMAS ENTIDADES PATRONAIS MANIFESTAREM-SE, A RESPEITO DA GREVE, SENÀO DESTA FORMA“A Associação Empresarial de Rio do Sul – ACIRS é frontalmente contrária a qualquer paralisação da produção e se posiciona favorável a continuidade dos debates que trarão medidas para contribuir com a retomada do crescimento, com a melhoria da segurança jurídica e das relações de trabalho e com a sustentabilidade da previdência social”.

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