Coxilha Rica: “Só largar o asfalto não será aceito”

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De repente as técnicas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estão querendo a mesma coisa que os que defendem o asfaltamento da estrada da Coxilha Rica. Elas deixam claro que “só largar o asfalto no local não será aceito”. É necessário que a obra tenha bom acabamento.


E MAIS

A obra que consumirá R$ 50 milhões para levar asfalto até as imediações do Bodegão pela estrada da Vigia terá que fazer algumas compensações para manutenção do chamado Corredor das Tropas. Ávidos por ver a obra liberada pelo Iphan para que a Fatma dê a licença ambiental, tanto o secretário Uncini (Agricultura) quanto o prefeito Ceron estão dispostos a atender aquilo que as técnicas solicitam, a partir dos estudos apresentados.


SOBRE A OBRA

Para escoar a safra, está planejada a pavimentação de 42 quilômetros, sendo 27 numa primeira etapa. A Coxilha está em processo de tombamento, pois é guardiã de fazendas históricas, taipas de pedra, além das florestas de araucária. Ceron pretende obter a liberação para a obra antes do processo de tombamento – que é demorado – estar concluído. O Iphan antecipou que um arqueólogo e um arquiteto terão que acompanhar todo o processo (da obra), e se ficará de olho não apenas no traçado da rodovia, mas também no que o projeto prevê.

Deputado Gabriel, Uncini e Ceron na prosa com as técnicas do Iphan sobre a obra na Coxilha Rica

Aqui uma ideia dos corredores das tropas que são intocáveis dentro da ideia de implantar a rodovia nesse canto de Lages

 

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