Banco de Alimentos e o combate à fome em Lages

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Estrutura da Secretaria de Assistência Social de Lages conta com um banco de alimentos, responsável por ações que acontecem semanalmente e que atuam na área de segurança alimentar. Isso nada mais é do que distribuir, gratuitamente, alimentos para famílias carentes do Município. João Volni Madruga, coordenador do banco de alimentos em Lages, aponta que neste ano já foram distribuídas mais de 80 toneladas de alimentos, dentre eles, feijão, batata, batata-doce, moranga, cebola, beterraba, cenoura, alface, couve, brócolis, tempero-verde, pinhão, pimentão, caqui, kiwi, laranja, milho verde e muitos outros produtos.


APOIO DA CONAB

Aquilo distribuído pelo banco de alimentos em Lages advêm de parceria com a regional da CONAB/SC que tem como representante Rui Alvacir Netto. O banco recebe os alimentos que são indicados pela CONAB/SC e são retirados nos municípios de Caçador, Anita Garibaldi, Curitibanos e Ponte Alta. Todas as semanas, ao menos uma vez por semana, é deslocado um caminhão da secretaria de assistência social para estes municípios, que traz por viagem entre seis e oito toneladas de alimentos.


DESTINO DOS ALIMENTOS

O banco de alimentos faz a distribuição dos alimentos para as ONG´s do município, e para asilos, hospitais, sopões, cozinhas comunitárias, e associações de moradores, bem como faz distribuição diretamente à população carente.


REUNIÃO EM CERRO NEGRO,

ANITA GARIBALDI E ABDON

Foram realizadas nesta terça-feira, 23, em Cerro Negro, Anita Garibaldi e Abdon Batista reuniões da CONAB/SC para execução do programa PAA (programa de aquisição de alimentos). Nestas reuniões a CONAB, através do Rui Alvacir Netto, realizou as tratativas diretamente com os agricultores familiares, reassentados de reforma agrária, pequenos produtores rurais e Cooperativas, para a aquisição dos produtos oriundos da agricultura familiar. O governo federal é quem paga os valores aos agricultores, que por sua vez entregam os produtos para serem distribuídos pelos bancos de alimentos no Estado de SC, a exemplo do existente em Lages.

Na reunião em Anita Garibaldi, nesta terça João Volni Madruga do Banco de Alimentos de Lages, Schayane, Secretária da Cooper Anita e Rui Alvacir Netto da CONAB/SC.


PALAVRAS DE JOÃO VOLNI

DO BANCO DE ALIMENTOS

João Volni Madruga num gesto de parceria faz um relato e agradecimento:

“O apoio da CONAB/SC tem sido fundamental para o desenvolvimento deste trabalho, e o apoio que o Rui Alvacir tem nos dedicado tem sido muito importante na interlocução deste projeto do governo federal para que este programa se desenvolva em Lages e possamos combater um dos problemas sociais que mais aflige nossa cidade. A recessão econômica, a falta de empregos e outros problemas locais atingem diretamente as pessoas com menor poder aquisitivo e, em nome do prefeito Ceron e toda a equipe da Prefeitura de Lages, fazemos o agradecimento a todos que tem proporcionado a execução deste projeto, do pequeno agricultor que se mantém no campo produzindo, à CONAB que organiza toda a logística dos trabalhos”.


IMPORTANTE

O relato acima dá uma noção ampla e prática de que existe esse trabalho formiguinha e constante para ajudar quem precisa. Tudo assim bem discreto, com ajuda de parceiros importantes, como o Rui Alvacir, por exemplo. Porque, o que a mão direita dá, a esquerda não precisa saber. Mas não custa a gente dar publicidade a isso até para que a sociedade veja que há uma mobilização constante nessa área para ajudar quem precisa.

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1 COMENTÁRIO

  1. Pedido para divulgação de Nota de Esclarecimento

    Caro Edson…

    Li com alegria (porque me senti de certa forma homenageado… fato raro de acontecer), mas também com preocupação (há vários equívocos nas informações) o texto intitulado “ Banco de Alimentos e o combate à fome em Lages” publicado em teu Blog no dia 24/05/2017. Por essa razão solicito que divulgue esta Nota de Esclarecimento na sua integra.

    O primeiro esclarecimento que considero importante fazer (porque da forma como foi apresentada no texto, desvirtua o sentido e limita a sua real dimensão) é que Segurança Alimentar nada tem a ver com um ato de caridade, ou de boa vontade de alguns. Antes de tudo, Segurança Alimentar trata-se de um uma questão de humanidade, de direito fundamental, de politica estruturante, uma questão complexa e de uma amplitude que ultrapassa longe nossas fronteiras. E o sucesso desse esforço governamental mundial depende fundamentalmente dos pequenos agricultores rurais, sempre esquecidos nos “agradecimentos” .

    O segundo esclarecimento, importantíssimo, por que atribuiu a mim competências que jamais foram minhas, e que nunca reivindiquei. Nunca fui representante da CONAB (aliás, aproveito para, mais uma vez, deixar claro que jamais exerci um cargo público direta ou indiretamente). Sou um profissional autônomo, trabalho por RPA, e dou assessoria para Empresas e Universidades (graças a minha competência, ao meu comprometimento com as parcerias que faço, e aos meus talentos intelectuais e habilidades de relacionamento).

    Trabalho (e muito bem, com um índice de aprovação bem próximo de 100%), na elaboração de projetos. E uma das modalidades é a apresentação de propostas para o programa PAA, na modalidade Doação Simultânea, de interesse de Cooperativas e Associações. Graças a isso, desde 2004, mantenho uma excelente relação com a CONAB/SC, mas jamais fui seu representante, nem tive uma relação trabalhista com ela, de qualquer natureza.

    No período de 2008 até 2013, intermediei a pedido e por indicação do CONSAD da Serra Catarinense com a CONAB/SC, e com a parceria de diversas associações de Moradores de Lages, diversos pedidos de doação de alimentos, fora do âmbito do PAA, no que sempre fui muito bem sucedido… Mas volto a repetir, NUNCA fui representante da CONAB nem tive qualquer relação diretamente vinculada a ela.

    Terceira ponto a esclarecer, e porque o processo operacional do PAA é um pouco diferente do que foi escrito. Os Bancos de Alimentos de todo o Brasil estão entre o público alvo prioritário do PAA. Assim quando uma Cooperativa apresenta uma proposta de PAA onde a oferta de alimentos é maior do que a demanda existente na praça onde esta localizada, ela pode (e geralmente faz), entregar o excedente em cidades vizinhas e preferencialmente para os Bancos de Alimentos entre outros. A Grosso modo o modus operandi acontece dessa forma: a) As Cooperativas (ou Associações) organizam os agricultores e fazem o levantamento das ofertas; b) em seguida estabelece parcerias com Entidades Sociais para levantar as demandas, e assim elabora uma proposta que equilibra oferta e demanda, c) As Cooperativas organizan todo o processo burocrático e enviam uma proposta para a CONAB, d) a CONAB analisa a proposta e defere (ou indefere) o pedido; e) A Conab libera os recursos financeiros (que ficam bloqueados e são liberados apenas após a comprovação da entrega dos alimentos), f) As . Cooperativas iniciam o processo de entrega dos alimentos e de prestação de contas junto a CONAB. Grosso modo é assim que acontece.

    Quarto ponto, porque esclarece as razões das reuniões de Anita Garibaldi, Cerro Negro e Abdon Batista. Essas reuniões aconteceram por convocação da COOPERANITA, numa ação de recuperação e reinicio de um projeto PAA que por inúmeras razões encontrava-se paralisado, e portanto passível de ter seus recursos devolvidos para a CONAB. Minha participação nesses eventos se deu em razão da natureza dos serviços e assessoria que realizo (e muito bem.. volto a dizer) desde 2004 no âmbito do PAA.

    Quinto e ultimo Ponto, porque acho que a tentativa de me atingir com o comentário “Porque, o que a mão direita dá, a esquerda não precisa saber”, não foi feliz. Esclareço que não estava fazendo caridade, nem politicagem, nem marketagem, não só porque nunca fiz desde 2004, mas também porque não há qualquer razão para fazer. So para deixar claro, estou utilizando meus talentos profissionais, e sendo remunerado para isso.

    Fico grato a você Edson por esclarecer esses pontos aos teus leitores (entre eles, eu me incluo, há vários anos), os quais têm o direito de saber das coisas como elas realmente são.

    Abraços

    Rui Alvacir Netto

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