República das Lajens afetada pela JBS

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Escrevemos em O Momento que circula nesta quinta-feira:

Não se defende e nem ofende Colombo. Numa Lages onde nove em cada dez eleitores acreditaram nele como solução para nossos gargalos, não tem como, devereda, transformar-nos na multidão que lhe atira pedras. As duas invertidas que lhe jogaram nas cangaias de joio (Odebrecht e JBS) deixaram conterrâneos amoados. Há carolas e pançudos vingativos que vão ao êxtase, mas o sentimento da ampla maioria é de pesar. Tudo por Colombo frequentar o noticiário das desgraceiras.

Nenhuma cidade perde mais com isso que Lages. A faceirice porque as coisas estavam se encaixando, obras revistas para aceleramento, depois do quase caos que tomou conta até dias atrás, tudo isso fica num compasso de espera. Não se desespera porque há o escoro no argumento de que as doações foram oficiais e vindas do diretório nacional do PSD. Porém, é inevitável um quase coro na paróquia entoando ‘até o Colombo?’

Aguarda-se desfechos, apesar do noticiário amputar como navalha reputações. Carece não fazer julgamento e nem condenação. A menos que isso parta da estrutura que tem essa missão, que é o Judiciário, poder que sobrevive intacto às tempestades, apesar de uma decisão ou outra que desagrade os degradados. Se a República do Brasil sofre com um Temer balançante, a República das Lajens desacorçoa por Colombo ter virado alvo do delator da JBS, vagabundo, como ele se refere!

A maior liderança da história recente de Lages e uma situação que o passar do tempo deve apontar rumos e acomodações

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