Comerciante assassinado durante assalto em Lages

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Pense que você é um cidadão cumpridor de suas obrigações e revolve com sua família abrir um pequeno negócio na área de panificação para se manter e atender a comunidade na sua vizinhança. Estabelece ali uma relação de amizade e prestação de serviços. Numa quinta-feira de manhã acorda, levanta e se lança ao trabalho rotineiro, tendo esposa, filhos, todos colaboradores ajudando a tocar aquela atividade. Passa a manhã cheia de trabalho, vem a tarde com não menos trabalho e se aproxima a noite para o descanso. Antes de encerrar as atividades, aparece uma dupla de assaltantes no seu estabelecimento e tenta levar aquilo que você faturou durante o dia. Impensadamente você reage, leva um tiro na cabeça e toda essa vida construída e organizada se desfaz num instante!


A OCORRÊNCIA

Infelizmente foi isso que aconteceu com José Eumar Godinho, chamado carinhosamente por todos como Zé. Na boca da noite da quinta-feira uma dupla invadiu o estabelecimento situado na esquina da Avenida Antônio Ribeiro dos Santos com a ‘descida do Orfanato’ e cometeu mais um latrocínio (roubo seguido de morte). Num vídeo, o cidadão que é segurança no Senai (ali na frente da padaria) relata a incredulidade com a tragédia. “Estive ali, iniciei meu trabalho e ao ouvir um disparo vem a triste notícia que o dono da padaria estava morto”.

Na rede social este é um registro do simpático comerciante de 55 anos que teve a vida ceifada pela violência em Lages

Aqui o estabelecimento da família onde aconteceu a tragédia. Há vários registros internos da ocorrência, mas que em respeito à família, a gente preserva. Absolutamente triste e lamentável mais esse registro para as estatísticas de latrocínio em Lages!


ATUALIZANDO

Informação dos técnicos do IGP indica que o tiro que vitimou o comerciante o atingiu no peito, lado direito e não na cabeça.


NÃO HOUVE REAÇÃO AO ASSALTO

Família do comerciante assassinado participou do programa Clube Repórter na Clube FM. Informação repassada é de que José Godinho, o Zé, não reagiu ao assalto. O filho do comerciante, de apenas 14 anos, testemunhou o assassinato do próprio pai.

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1 COMENTÁRIO

  1. “Quando prevalece a impunidade, a justiça é feito com as próprias mãos”, aqui em Alagoas é assim que funciona.
    Infelizmente a violência está generalizada e, como sempre, o governo “brinca” de caçar ladrão. Sem uma pena adequada a esses malfeitores, esse anarquismo continuará descomunalmente.

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