‘Escândalo das batatas’ pode cassar vereador?

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Internauta escreve, acredito em tom de brincadeira:

“A coisa está pegando fogo na Câmara com possibilidade de vereador perder mandato e você não dá bola”.


O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

Há murmurinhos e movimentos de moinhos por causa de uma viagem do vereador Bugre com seu assessor Lyon lá no mês de janeiro. Argumento é de que Bugre teria levado o assessor em horário de expediente na Câmara (eles trabalham full time e, portanto, não têm expediente fixo) para ajudar comprar batatas na cidade gaúcha de São José dos Ausentes. E essa escapadinha está merecendo até denúncia contra Bugre!


BOBAGEM, MINHA GENTE!

Observe que na história recente um prefeito foi preso e afastado do cargo por 10 meses. Sem entrar no mérito de culpa ou responsabilidade – pois não cabe a nós isso – mas nem tal situação mereceu perda de cargo. Logo, não é uma bobagem dessas que irá colocar em risco o mandato de um vereador conquistado no voto de forma legítima.


APENAS SE REGISTRE

Tanto Bugre quanto Jair Júnior, admitamos, deixam-se influenciar em demasia por ‘orientações’ de bastidores. Todos veem isso. E tal postura rende insatisfações. É do jogo. Mas daí um vereador perder mandato por picuinhas é quase fora de cogitação!

Assessor Lyon (esquerda) com o simpático Bugre (PDT) e as cogitações (bobas na minha opinião) para tirá-lo do mandato. Bugre tem que mandar aqueles que querem lhe incomodar com isso ir carpi lote e plantar batatas para vender a ele. Mas, de preferência, não leve assessor junto para comprar as batatas para evitar provocação!

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2 COMENTÁRIOS

  1. Kkkk. Só pq é bugre o homi. Simplório. Há pouca hora certo vereador reeleito emprestou seu telefone oficial pra alguém próximo, usar em ilícitos e não foi cassado. Seriam as batatas mais influentes e fortes???

  2. Se formos observar na verdade, os cargos de Assessores da alçada comissionada são peculiares na administração pública. Na Assembléia Legislativa os comissionados não possuem um horário rígido, pois muitas vezes se ausentam para irem nas bases do interior ou resolverem problemas de eleitores. Na administração direta estadual também não há um rigidez de horários como para os efetivos e comissionados são de livre nomeação do agente público (vereadores, prefeitos, deputados e outros), a Câmara de Lages é rica em conversas de bastidores aonde o destino das pessoas é decidido teoricamente. Então seria o caso de não abrir CPIs para assuntos banais e corriqueiros, mas algo sério para se preocupar neste período de chuvas preocupantes.

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