Chuva dá trégua e deixa marcas na Serra

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Uma bobagenzinha de garoa ainda se registra na tarde desta quinta-feira, 08. Na sexta-feira, 09, há um acumulado previsto de 3 milímetros de chuva em solo lageano. Depois vem a viração, o frio e a chuva vai molhando apenas o passado recente da paróquia. Mas os temporais dessa virada de maio para junho deixam rastros de destruição. Embora a quantidade de pessoas afetadas em Lages se aproxime de 7 mil, desabrigados são menos de 500. Com o fim da chuva, a tarefa será recuperar os estragos. A situação mais gritante é a ligação entre Lages e o Cerrito, conforme a imagem da tripulação do helicóptero Águia 04.

As terras do Edson Muniz se deslocaram com vegetação e tudo em direção à rodovia. Na enchente de 1983 isso já havia sido registrado no mesmo local. A imagem dos policiais do Águia 04 dá ideia do grande volume de terra e aquilo que ainda está por vir no Km 253 da BR-282


APARECEU A PONTE DO CAÇA E TIRO

Policiais do Águia 04 registram o reaparecimento da sumida. A ponte do Caça e Tiro deu o ar da graça com a redução do nível nas águas. Os guapos da prefeitura já trabalhavam ali na cabeceira para limpar as margens do rio e desobstruir a passagem da água.


CENTRO DA CRISE QUE FUNCIONA

Ainda é tempo de socorrer, ajudar, apoiar, mas já dá para ter ideia de algumas providências que funcionaram bem nesse período de emergência. A PM instalou um gabinete da crise em sua sede, modelo de gestão que permite um acompanhamento diferenciado de situações anormais. O trabalho capitaneado pelo tenente coronel Alfredo dos Santos foi absolutamente satisfatório, na parceria com Bombeiros, Defesa Civil, Prefeitura e voluntários.

Ao chegar no gabinete terça-feira o governador Colombo recebeu todas as informações sobre as chuvas e as providências em andamento sob a responsabilidade da PM

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