Multa ou não? Sobre pesagem de toras na BR-282

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Internauta Felipe Perini escreve lá nos comentários da postagem sobre a pesagem de caminhões (que não era para multar) no posto da PRF em Índios:

“A madeira representa 25% da economia da região. Cadê o dinheiro dos impostos que os caminhões pagam? Esse dinheiro devia ser usado na recuperação das estradas. O excesso de peso é uma consequência do baixo preço do frete, em relação aos custos de uma viagem de caminhão. A PRF não pode aferir nem multar ninguém por excesso de peso, sem a presença de um fiscal da ANTT. Fiquem espertos motoristas. Não paguem multas indevidas”.


ASSIM, MEU CARO!

Não se discute a importância do setor madeireiro para a região. Embora quem empreende o faz visando lucro. E o fato de, conforme você aponta, o dinheiro dos impostos não ir para recuperar estrada, não dá ao motorista do caminhão o salvo conduto para trafegar com excesso de peso. A lei aponta que é ilegal o excesso. Outra coisa: Desde quando é preciso um fiscal da ANTT na rodovia não concessionada (caso da BR-282) ‘validando’ multas para um comando (blitz) de excesso de peso? Melhor não pagar para ver!

Esse comando na BR-282 com ajuda da PRF não multou caminhões com excesso de peso (exceto alguns casos excepcionais de abuso extremo). Mas em atuações do DNIT – que é o órgão rodoviário da União e que estava em Índios – os agentes de trânsito multam por excesso de peso e até hoje nenhuma notificação bateu na trave por ausência de fiscal da ANTT.

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