DC: Colunista tira conclusão sobre Festa do Pinhão

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Depois de ponderar com Milton Barão nas contextualizações sobre a Festa do Pinhão, agora a gente atravessa a fronteira do Rio Pessegueiros para se admirar com aquilo escrito pelo principal colunista de assuntos gerais de Santa Catarina. É que um colega advogado enviou print da coluna de Cacau Menezes. Não saberia dizer se é da edição de sexta-feira ou de final de semana do DC e o emissor indaga:

– De onde o Cacau tirou essa conclusão?

Naturalmente que Cacau não tem culpa pelo conteúdo porque, como não vivenciou o evento in loco, deve ter recebido as impressões da muvuca de algum com dor no cotovelo pelo sucesso dos outros.


DE FORMA ABSOLUTAMENTE CLARA

Se a Festa estivesse nas mãos do Paço, talvez nem acontecesse devido às chuvas. Tocada pela iniciativa privada, desenvolveu-se tranquilamente. E nem a crise que assola inclusive as partes altas e baixas da República de Lages afastou o povo do parque Conta Dinheiro. Nos dois sábados de excelente movimento de povo, na quarta, véspera de Corpus Cristi, na sexta pós-feriado e no último domingo compareceram nas bilheterias mais de 110.000 pagantes. Considerando todos os dias com ingresso, lá se vão mais de 120 mil pessoas, sem sensação de desânimo, festejando no Conta Dinheiro.


FESTA DE MAIS DE R$ 12 MILHÕES

Apenas um número sobre essa multidão na festa: Com ingressos que variaram entre R$ 21,00 (antecipados para lageanos) a R$ 280,00 (backstage no dia 14), temos uma média de uns R$ 70,00 na bilheteria por visitante. Multiplicando isso por 120.000 pagantes lá se vão quase R$ 9.000.000,00 para ajudar pagar shows, sonorização, divulgação e pessoal. Preveja-se desse valor uma sobrinha de lucro porque GDO e Gaby não são empresas de filantropia. Logo, o desânimo se abateu naqueles (aqui da paróquia) que viam o parque bombando e eles fora da muvuca. E Cacau foi induzido a interpretação equivocada ao abordar o assunto dessa forma.

Um vistaço do povo na frente do palco nacional conferindo os shows

Aquele mar de gente, sem nada de desânimo, que ajudou contabilizar mais de 100 mil pagantes no evento de Lages


COMPLEMENTANDO

Em termos da de cidade, a Festa do Pinhão movimentou hotéis, restaurantes, bares, estacionamentos, taxistas e outros operadores de transporte, postos de combustíveis e locações (hospedagem alternativa). Ao ponto da prefeitura fazer uma estimativa de que o evento movimento R$ 78 milhões nos dias que antecederam e durante a Festa. Assim, o movimento financeiro para ruim não serviu. Mas naturalmente sempre se respeita aqueles que pensam e opinam diferente!

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