‘Lages em chamas’: Máquinas foram para o trecho

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Com atraso de uma semana, a área de Obras de Lages resolveu estender o expediente da equipe responsável pela manutenção de vias. É que devido ao excesso de chuva da virada de maio para junho, o bom senso orientaria os gestores municipais a não ter decretado ponto facultativo e nem ter feito feriado de Corpus Cristi, mantendo o atendimento de urgência para reduzir os transtornos decorrentes de tanta água. Mas que nada. A Prefeitura parou no dia 14 de junho e somente retornou ao expediente na segunda-feira, 19, salvo uma ação ou outra isolada (foi o caso do trabalho na marginal da BR-116).


POR CAUSA DA PRESSÃO DA POPULAÇÃO…

Esta foi a imagem da semana, com o comportamento extremo da população devido à falta de ação da prefeitura principalmente nos bairros da região Sul de Lages.


E TALVEZ POR CAUSA DISSO…

Neste sábado (24) equipes de serviço da Secretaria de Obras com cerca de vinte homens foram divididas em quatro frentes e atuaram na recuperação e manutenção de ruas nos bairros Cruz de Malta, Araucária (onde foi preciso tacar fogo em pneu para chamar atenção) e regiões dos bairros Tributo e Guarujá. Segundo o secretário Clayton Bortoluzzi, esta é uma determinação do prefeito Ceron para que os trabalhos de manutenção de vias se intensifiquem durante o período sem chuvas. Determinação que já poderia ter sido dada no feriadão de Corpus Cristi.

Amarelas em ação: Secretário Bortoluzzi confere trabalho no Cruz de Malta, parte sul de Lages onde o acesso ficou praticamente impossibilitado devido às chuvas.



PRANEJAMENTO’ NOTA ZERO

Modificação na chegada à Rua Correia Pinto é um exemplo sinistro de desatenção à mobilidade urbana. A obra que altera a chegada ao Centro a partir das avenidas Presidente Vargas e Duque de Caxias é necessária, mas executada em momento inoportuno. Quando a equipe percebeu que não iria dar conta por causa da chuva, deveria ter liberado o trânsito no local e só retomado quando o tempo melhorasse. Mas que nada!


E…

O entulho permaneceu trancando a passagem, causando verdadeiro nó no trânsito durante os dias movimentados da Festa do Pinhão. Se a ideia da equipe de Ceron, com o bloqueio no local, enquanto a obra não andava, era dar impressão aos visitantes que ‘a cidade está em obras’, foi na verdade um exemplo de falta de planejamento. Nem lageano e nem visitantes mereceriam passar pelo transtorno desnecessário.

Local que registra o maior fluxo de veículos da cidade (embocadura ao Centro pela Duque e Presidente Vargas) permaneceu com desvio de trânsito durante o mês de junho. Insensibilidade de quem deveria planejar melhor tais intervenções


EM TEMPO

A obra no local, insiste-se, é bastante importante e necessária. Tanto que a travessia elevada de pedestre construída na frente da estátua praticamente zera as barbeiragens que resultavam em detonação do muro que divide as duas avenidas (Duque e Presidente Vargas) na chegada à Rua Correia Pinto. Só faltou sensibilidade por causa do momento que se resolveu fechar o local com tanto carro na cidade devido à Festa do Pinhão!

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1 COMENTÁRIO

  1. A Prefeitura de Correia Pinto sob a administração de Celso Rogério tem tido um olhar muito especial com as vias públicas após o período de enchentes. Sob o comando do vice prefeito Casimiro de Liz a Secretaria de Obras trabalhou na sexta-feira após corpus cristhi e vem trabalhando todos os sábados para poder atender as comunidades rurais que tiveram estradas, bueiros e pontes prejudicados.

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