Habemus Samu: Mantidas centrais como em Lages

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Nas internas os próprios profissionais do SAMU não acreditam na execução de um modelo de atendimento de urgência compartilhado com o Corpo de Bombeiros – que também presta atendimento, embora sem a especificidade do SAMU. De qualquer forma, a intenção da Secretaria de Estado da Saúde, em nome de um custo R$ 2 milhões a menor – e isso tem que ser considerado – é tirar a empresa paulista que administra o SAMU (o contrato venceu) e estabelecer uma parceria somente entre os entes do Estado.


LADO BOM DESSA PARCERIA

Embora seja uma incógnita se teremos um sistema frankenstein ou absolutamente funcional e eficiente, o lado bom é que, com esse gerenciamento e execução pelo Estado, afasta-se a hipótese da redução das Centrais de Regulação. Atualmente elas são em sete e continuarão assim, o que é bastante positivo.


VIÉS POLÍTICO

Se aquela ideia de reduzir as Centrais de Regulação fosse efetivada ficaria bem chato para o governador e o vice de Santa Catarina. As estruturas a serem fechadas seria exatamente nas cidades natais de ambos (Lages e Criciúma). Mas pelo menos por enquanto, habeus SAMU com central para toda vida na paróquia!

Modelo desenhado, a partir de planejamento coletivo prevê Secretaria de Estado da Fazenda pagando e Secretarias de Saúde e de Segurança gerindo em parceria, através de Bombeiros e corpo técnico ligado à área da Saúde no Estado.

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