PSDB: ‘Traição é traição. E o partido que se lasque’

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Um dos apoiadores da campanha eleitoral da chapa Amaral e Hampel nos aborda para comentar a postura dos tucanos que deixaram de apoiar a dupla pulando para o lado de Ceron. “Nem me cite senão vão dizer que estou com dor de cotovelo pela derrota. Mas não é isso. Carece uma interpretação sob o ponto de vista da racionalidade sobre fidelidade eleitoral. Os caras simplesmente ignoraram qualquer princípio de partidarismo”.


‘O PARTIDO QUE SE LASQUE’

Na mesma linha o ponderador aponta que não adianta palavras bonitas de Luiz Carlos Pinheiro, por exemplo, tentando amenizar o comportamento feio que cometeu e que acabou sendo gratificado com um cargo. “Não tem sentido. O PSDB concorreu contra esse pessoal que se elegeu. Logo, uma pessoa filiada não poderia simplesmente ingressar no governo como se fosse a coisa mais natural. Se ele tivesse senso, jamais se submeteria a isso. Fica evidente a gana por cargo e o partido que se lasque”.


‘TRAIÇÃO É TRAIÇÃO’

Outra ponderação, na mesma linha, aponta que “o que houve foi traição ao partido, às lideranças. E em duas situações não se aceita traição: Na política e no casamento. Quem traiu o partido pulando para o outro lado deveria ter coragem e nem esperar ser expulso. Até porque, se eles não forem expulsos o PSDB abre um precedente de que fidelidade partidária é bobagem”.


O QUE DIZ ROBERTO AMARAL?

Depois do programa A Hora da Corneta da quinta-feira, na Clube FM, trocamos dois dedos de prosa com o presidente da Comissão Provisória do PSDB, Roberto Amaral, sobre a questão da infidelidade ao partido na eleição passada, cujo desdobramento está no Diretório Estadual. “O que deveria ser feito, está sendo feito. E cabe a um colegiado maior essa definição. A Comissão de Ética recomendou a expulsão. Vamos deixar as coisas acontecerem”, limitou-se a dizer Amaral, embora, diretamente, tenha sido o mais afetado pela opção dos ‘colegas’ do PSDB de abandoná-lo para trabalhar e pedir votos para o adversário no pleito de 2016.

Na reunião do Diretório Estadual na segunda-feira, 03, o presidente Marcos Vieira abriu os trabalhos com o objetivo único de avaliar o processo de expulsão dos filiados lageanos que deixaram o projeto da sigla para trabalhar para adversários. Por falta de quórum os trabalhos foram encerrados e não teria sido discutido outro assunto na referida reunião.

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