Palavra de ordem é desassoreamento em Lages

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Internauta escreve apontando que a ideia de desassorear o Rio Carahá pode trazer outro problema. “Com a retirada da vegetação de gramínea o barranco pode ficar exposto causando erosão”. A ponderação até que faz sentido, mas deve estar prevista alguma ação complementar na margem do rio para não ficar apenas terra pelada dando sustentação como encosta. E de qualquer forma, se a palavra de ordem é desassorear, que se coloque as máquinas para roncar. Até porque, se ficarmos debatendo de forma interminável o que pode e o que não pode, não demora e vem outra chuva daquelas para deixar áreas que podem ficar livres de inundação, completamente debaixo d’água.


PALAVRA DO SECRETÁRIO

Sobre a ideia de desassoreamento, o trabalho deve ir além do Rio Carahá. O Ponte Grande também deverá receber o tratamento, conforme aponta o secretário Claiton Bortoluzzi:

“A retirada de terras e entulhos acumulados às margens e no leito do rio é fundamental para melhorar a vazão das águas das chuvas. Esta é uma obra essencial que faz parte do projeto da Avenida Ponte Grande”.

Um registro bem bacana de Carlos Alberto Becker (Comunicação do Paço) com o secretário Bortoluzzi acompanhando o roncar da amarela nos trechos da paróquia

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