Grupo (re) apresenta o Lages Business em Índios

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Porque Lages não para de crescer para aqueles lados na saída para Floripa – e não apenas por isso – o Grupo Koch segue apostando num projeto ousado e inovador. É o Lages Business Park que tem esse nome americanizado, mas a concepção é bastante serrana, voltado a ser o primeiro condomínio empresarial do interior de Santa Catarina (para estes lados já que existe algo do gênero em Joinville).

E porque não é só discurso, o projeto foi apresentado na noite gelada da segunda-feira, 17, na Acil. Dê uma olhada e veja que isso poderá ser realidade num futuro muito próximo ali no distrito de Índios onde era para ser instalada aquela montadora de caminhões


SAIBA MAIS A RESPEITO

O condomínio empresarial multissetorial será construído numa área de 1,5 milhão m², às margens da BR-282. Serão 345 lotes, com toda a infraestrutura necessária como estação de energia, estação de tratamento de esgoto, estacionamento, ruas asfaltadas, balança de pesagem e heliponto. Responsável pelo projeto executivo, o arquiteto Felipe Schneider informou que haverá espaço para escritórios de advocacia, contadores, despachante, restaurante, salas para cursos e centro de eventos.


QUANDO ISSO?

“Esse condomínio vai ser um marco para cidade de Lages. Toda aquela região vai se desenvolver também”, declarou Schneider, acrescentando que o empreendimento será construído em três etapas, dependendo da demanda. As obras devem iniciar em no máximo um ano e após mais um ano, aproximadamente, a primeira empresa deverá se instalar.


PREFEITURA TERÁ 30% DOS LOTES

O terreno foi cedido pela Prefeitura de Lages, que em contrapartida receberá 30% dos lotes. O Grupo Koch está aguardando a aprovação do projeto executivo e, em seguida, será providenciada a escritura e solicitado junto a Celesc a viabilização da energia no local. Para o prefeito Ceron este projeto tem suas dificuldades mas a prefeitura será uma facilitadora e totalmente empenhada para o sucesso deste projeto.

Acil de Montemezzo apoia o projeto, assim como o prefeito Ceron que, embora acredite no projeto, vê algumas dificuldades. No lançamento do projeto o diretor do Grupo Koch, Volnei Koch, e o secretário João Alberto (ADR)


PREFEITURA PAGA

A ÁREA TODO MÊS

Embora doada aos empreendedores, a área onde o condomínio empresarial se instalará está sendo paga pelo município. São 96 prestações de R$ 60 mil mensais à SC Parcerias. Essa questão da escritura ao Grupo Koch será bem amarrada até para que o grupo não receba a área e, em caso do propósito não se consolidar, o município ficar sem esse patrimônio.

O custo da implantação será bastante elevado. Para se ter ideia, esse acesso lateral prospectado para a BR-282, assim como o próprio possível trevo ali desenhado, terá que ser executado com recursos do Grupo Koch e não pelo poder público


Informações: Sheila Rosa – Gerente de Comunicação Acil



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3 COMENTÁRIOS

  1. Nasci e me criei correndo nestes campos, onde querem implantar tal empreendimento. E, tomara que seja implantado de verdade, coisa que não acredito. Quem sabe daqui uns 30 anos quando a cidade vier crescendo rumo a Floripa, essa utopia vire realidade. Quem sabe alguma indústria nova e sem local para se instalar, queira pousar ali, mas escritórios, restaurantes, etc., por enquanto não tem nenhuma chance de prosperar. Se fosse um local mais próximo a cidade, acho que seria um ideia inovadora e cm chances de crescer. Me digam que escritório sairia das adjacências do Centro ou Coral, para ficar 20 kms distante de onde acontece o “movimento”.

  2. O condomínio ficará “grudadinho” na 282 mesmo?

    Digamos que, num futuro bem distante (em 2070, pela vanguarda Brasileira no desenvolvimento), seja preciso duplicar a BR 282?

    Poderiam deixar um espaço frontal adicional de 30 metros, isso vai parecer aquelas construções que existem perto de Florianópolis, totalmente amontoadas, sem estética alguma, Brasileirismo puro!

    Nosso país possui 8 milhões de quilômetros quadrados, não estamos no Japão, as coisas não precisam ser “amontoadas”.

  3. Já vi tantos exemplos: ZF, Sinotruk, Novaer e tantas outras promessas, eles fingem que tudo isso é verdade, e eu finjo que acredito. Ano que vem tem eleição, projetos + eleições: VOTOS.

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