Handlages: Pratas da casa são prata nos Joguinhos

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Uma conquista que vale ouro!

Os meninos da Handlages fizeram uma campanha linda no handebol dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina e somente não venceram a equipe da cidade que é referência na modalidade no Estado: Itajaí. Os meninos chegaram à final da competição se classificando em primeiro lugar no grupo e batendo na semi-final a forte equipe de Criciúma. Na disputa da final deste sábado, os lageanos não superaram Itajaí. Mas o resultado é excelente, diante do retrospecto de resultados em modalidades coletivas de Lages.


TRABALHO QUE TORNA A

CONQUISTA AINDA MAIOR

A Handlages que chegou tão longe nos Joguinhos Abertos faz um trabalho que melhor representa o fomento ao esporte através de escolinhas. A equipe é lapidada no treino, na determinação e no talento de meninos aqui mesmo de Lages. Se a ideia de Lages é fortalecer o trabalho de base, apostando em escolinhas, essa iniciativa serve de referência. Os resultados confirmam isso!

A equipe que é medalha de prata e merece reconhecimento de ouro de Lages pelo excelente resultado nos Joguinhos Abertos. Aqui é Handlages!



CONQUISTAS INDIVIDUAIS NOS JOGUINHOS:

CINCO MEDALHAS NO XADREZ PARA LAGES

A equipe Lages Xadrez Clube/FME conquistou 5 medalhas na 30.ª edição dos Joguinhos Abertos. De Lages, 10 enxadristas disputaram a competição, com destaque para Mariana Wolff da Silva Rossi, 17 anos, que conquistou duas medalhas, ouro no Xadrez Pensado e Prata no Xadrez Blitz. Outro enxadrista a conquistar duas medalhas foi Leonardo Masson Carioca, que obteve dois bronzes, no Xadrez Rápido e Blitz. A 5.ª medalha de Lages veio no Xadrez Pensado com Henrique de Oliveira Dickel conquistando o Bronze.

Mariana Rossi, Leonardo Masson e Henrique Dickel, os medalhistas no xadrez para Lages com o técnico Marco Cordeiro


EM TEMPO

Convido a lerem o comentário do professor Eder Magno neste post. Faz sentido e merece reflexão!

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3 COMENTÁRIOS

  1. Caro Edson Varela, essa conquista do vice campeonato e as medalhas individuais do xadrez vêm demostrar o quanto esses professores formados demostran sua capacidade profissional no meio de uma política injusta, empobrecida e arrogante, todos que estiveram lá devem ser enaltecidos. Estamos na véspera dos JASC, e temos que rever e repensar muitos aspectos relevantes a pratica desportiva em nossa cidade, penso que temos que valorizar os profissionais e atletas da terra, essa que revelou e revela atletas e dirigentes para o estado e para o Brasil, realmente falta uma política pública que seja aplicada com responsabilidade e que seja comprida com serenidade, hoje não somos se quer respeitados e valorizados, política a frente do que realmente precisa e com esse pensamento jamais nos tornará uma potência esportiva. Nos profissionais da educação física somos tratados com indiferença, pensam que não somos necessários para tal atividade proposta, veem com um olhar se desprezo e arrogante, não queremos nada a não ser respeito à profissão que tanto lutamos e fazemos por exemplo. Sejamos honestos com nós mesmos, que política pública existe para nossa cidade? Deslumbrar com eventos em que alguns e algumas iniciativas privadas saem ganhando em cima de uma sociedade, isso é esporte? Isso é inclusão? Isso é valorização? Me desculpa, mas isso tem que ser revisto para que não morra o pouco que se permace em nossa cidade. Sem mais ficarei eternamente grato com essa colocação em seu blog que é de grande circulação em nossa região. Obrigado e estarei a disposição para maior esclarecimento.

    • Excelente reflexão, professor Eder…Aproveito a resposta aqui para agradecer ao Edson Varela pela menção ao xadrez. Só quem está lá sabe a dificuldade em vencer UMA partida, que dirá trazer cinco medalhas, diante de times reforçados, com Técnicos que começaram a receber dignamente e desde janeiro.
      Parabéns a todos que lá estiveram e que dias melhores soprem ao esporte amador lageano.

  2. Opiniões contundentes e que desnudam a verdadeira situação de nosso esporte em Lages, situação desanimadora que não é de hoje, mas desde os anos 70, 80 e por aí a fora, o esporte ou o financiamento para uma vivência esportiva e inclusiva nunca fez parte de uma política pública lageana a nível local e os poucos abnegados lutavam solitárias para nos trazer alguma medalha nas com que participamos. Pode-se modificar isso, mas com quebras de estruturas que teima em ser solidas em Lages, gasta-se mais em política e na busca de votos do que no esporte, não temos projetos de governos para lages, mas sim projetos políticos de 4 em 4 anos e naturalmente isso reflete no esporte, nossos homens públicos são caolhos, vem das famílias tradicionais focadas no poder político e na manutenção de um pseudo poder local, por isso não saímos do lugar.

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