Passageiros de calcinha, cueca e dois baleados

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Madrugada de terror para um grupo de passageiros que utilizava um ônibus da empresa Catarinense que saiu de Florianópolis com destino ao Paraguai. Na altura do município de Caçador o possante foi abordado por assaltantes. Duas pessoas teriam sido baleadas de raspão. Após o assalto, os autores teriam trancado todos os passageiros no porta malas do ônibus vestidas apenas com roupas íntimas e se evadido do local.

O ônibus ficou crivado de balas na ação dos bandidos para conseguir parar o veículo e praticar o assalto que, literalmente, pelou os passageiros

Polícia militar fez levantamentos sobre a ocorrência onde passageiros identificaram nas bagagens o quanto havia perdido a partir da ação dos bandidos


TIROS PARECIAM ‘CHUVA DE GRANIZO’

De acordo com as informações da PM, os passageiros relataram que foram 3 assaltantes num veículo pequeno que abordaram o ônibus a tiros. Um dos passageiros citou que parecia ‘chuva de granizo’ a sequência de disparos. Os bandidos obrigaram o motorista a levar o ônibus para uma área de reflorestamento onde coletaram apenas dinheiro dos passageiros. O motorista também foi trancado no bagageiro antes da fuga, onde ficaram por cerca de 1 hora. Ao todo 42 passageiros estavam no ônibus sendo que as duas mulheres baleadas na cabeça durante a ação, estariam fora de perigo.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Notadamente pelo destino já chamam atenção das quadrilhas que agem em pleno interior de Santa Catarina e do Paraná, me admiro não haver nestes ônibus GPS, radio de comunicação e outros itens de segurança, a economia que estas empresas fazem refletem diretamente na segurança dos passageiros, uma certa vez um ônibus em que viajava apresentou pane no motor em Alfredo Wagner, se não fosse um passageiro emprestar o celular ao motorista ficaríamos muito tempo lá.

  2. Concluímos que a liberação do porte de armas para o cidadão, nesse caso, faria uma grande diferença. Seria um ônibus com 42 passageiros armados. Os agressores pensariam muito bem antes de parar esse veículo;

    Mas, segundo pesquisas do instituto “Blá Bla Blá”, isso é muito errado, o cidadão deve ficar bem quietinho, colaborar, tirar a roupa e apertar-se no bagageiro;

    Viva Herbert Marcuse.

  3. João, armar o cidadão seria mais perigoso e fora de nexo, lutamos tanto para implantar um Direitos Humanos efetivo e libertador, armar a população seria voltar aos tempos dos faroestes americanos e naturalmente seria implantado um caos, sem nenhum eresultado diferenciado em termos de segurança pública, mas cabeças ocas ainda inssistem em baterem nesta tecla, assunto batido e normal no imaginário popular.

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