TJ/SC: Relator é chamado de vagabundo

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Assunto mais comentado nos meios jurídicos de Lages e de Santa Catarina, com repercussões no Brasil através de publicações no Globo.com e no página eletrônica da Revista Veja, é o desabafo do advogado Felisberto Odilon Córdova, durante sustentação oral e uma das Câmaras do Tribunal de Justiça/SC. O advogado, sem meias palavras, acusa o desembargador Eduardo Grillo, que relatava o processo em apreciação, de ter pedido um valor de R$ 700 mil para decidir a ação. A causa envolve um montante de R$ 35 milhões num agravo de instrumento em execução de honorários.

 

Este é um print do vídeo de pouco mais de 2 minutos onde o advogado chama o desembargador até de vagabundo durante a sustentação oral na 1.ª Câmara Cível do TJ/SC

 

DESDOBRAMENTO

No próprio vídeo, o desembargador Eduardo Gallo pediu que o advogado fosse preso pelo teor relatado, considerado pelo membro do TJ/SC como sem fundamento a manifestação. Tanto a OAB catarinense quanto o TJ irão avaliar o episódio para posicionamentos.

Desembargador Raulino Bruning que presidia a sessão pediu vistas do processo e acionou OAB, PGJ e a própria presidência do TJ/SC para avaliar o conteúdo da audiência.

O QUE ACONTECE NESSE CASO?

Se houver fundamento com provas materiais daquilo que o advogado acusa Eduardo Grillo, o desembargador poderá sofrer sanções diversas. Mas em não havendo conteúdo material (prova em papel, vídeo ou áudio) que justifique a acusação, o advogado poderá sofrer consequências daquilo que disse.

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