60 dias depois da chuva: Nada, nada, nada!

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Se você correr os olhos na foinha do calendário verá que foi exatamente no dia 8 de junho, há dois meses, portanto, que se estancou aquele dilúvio sem fim na Serra Catarinense. De imediato os municípios deitaram o cabelo fazendo levantamento de prejuízos. Era perda nas estradas, na agricultura, pecuária, infraestrutura e tudo mais.

EXEMPLO

Otacílio Costa, por exemplo, lascou R$ 10 milhões de prejuízos. Vieram ministros, senadores, deputados e governador a Lages. Sobrevoaram as cidades mais afetadas (Lages e Otacílio) e foi garantido o repasse de recursos para socorrer os municípios. E o que veio, passados dois meses? Nada, nada, nada!

Aqui um registro do ministro Helder Barbalho garantindo que haveria ajuda de urgência. Os prefeitos Tio Ligas, Fernanda Córdova e Ceron, quase implorando pelo apoio financeiro para recuperar os municípios.

PARA NÃO DIZER QUE NÃO VEIO NADA…

Secretário de Obras e vice-prefeito de Otacílio Costa, Reginaldo Gomes, o Pindaco, disse que além da ajuda humanitária (kits enviados pela Defesa Civil), o que de prático está vindo é um valor de R$ 60 mil da Defesa Civil Estadual para ajudar custear gastos com combustíveis para recuperar estradas do interior. “Recuperamos tudo que era possível. Não deu para esperar”, aponta Pindaco.

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1 COMENTÁRIO

  1. Que saudades dos tempos de Lula e Dilma, acontecia alguma catástrofe e logo vinha recursos, não foi uma boa estes prefeitos terem apoiado o golpe, agora viram que esses ministros do Temer somente possuem a missão de ficarem engabelando e postergando decisões importantes para a serra. Um dia aprenderiam.

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