Dívida SC: Coruja não engole Nota Oficial

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Assistindo a manifestação do deputado Fernando Coruja, que integra a bancada de sustentação do governo Colombo na Alesc, fica evidente o posicionamento técnico e combativo do parlamentar lageano. Se a Nota Oficial da Secretaria da Fazenda sobre equilíbrio nas contas e na dívida do Estado foi consumida como esclarecedora, Coruja faz contrapontos, entendendo que o documento não apresenta fato novo.

E…

O deputado insiste que “o governo não deve tomar empréstimos que comprometam o futuro do Estado e ao contrário do que disse em sua Nota Oficial, que a evolução da dívida do Estado de SC não está entre as questões que exigem maior preocupação”.

Coruja mostra as garras no contraponto sobre informações do Estado a respeito da dívida pública e capacidade de endividamento

SOBRE A NOTA

Sobre os esclarecimentos da Secretaria da Fazenda, Coruja disse que “isso se tornou rotina, em nosso país – quando não se tem argumento para debater a questão, publica-se uma Nota Oficial”. Para Coruja, o argumento que compara a dívida catarinense com a de outros Estados equivale a dizer “eu devo, mas meu vizinho deve mais”. O deputado também criticou o fato do governador Colombo dizer que não sabia que estava faltando remédio no Hospital Tereza Ramos. “Lá na minha cidade e do governador”, apontou Coruja.


QUESTÃO DO EMPRÉSTIMO DE

R$ 1,5 BILHÃO NO BNDES E BB

O que mais preocupou na manifestação de Coruja foi a ponderação dele de que o empréstimo aprovado na Alesc no valor de R$ 1,5 bilhão – sendo R$ 800 milhões para trazer ao mundo o Fundam II – pode não ocorrer. “Os emprestadores estão reavaliando a situação”, contou o deputado, numa referência ao BNDES e Banco do Brasil. Talvez por isso o governador Colombo amanheceu nesta quarta-feira, 23, no Rio de Janeiro, onde tem reunião com dirigentes do BNDES.


Colombo tem agenda nesta quarta-feira, 23, no BNDES. Na pauta, por certo, a confirmação e liberação de recursos, através de empréstimo aprovado na Alesc, para executar o chamado Fundam II – que é a distribuição a fundo perdido de recursos aos municípios para que esses executem obras, ações e aquisições.


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