Lages: Ladrões furtam bezerros e queijos

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Ainda nesta semana o Correio Lageano noticiou a preocupação de pecuaristas com furtos no interior. E um exemplo prático e lamentável vem da propriedade do produtor rural Sério Batalha. Ladrões estiveram na sua propriedade de onde levaram 48 peças de queijo artesanal serrano. O queijo, produzido atendendo os rigorosos padrões para se adequar à norma, foram carregados da propriedade onde aguardavam maturação. Mas o prejuízo de Batalha foi ainda maior.

CINCO BEZERROS

Além da carga de queijo, os ladrões furtaram cinco bezerros com média de idade de 90 dias. Três desses de cor mais avermelhada, puxando para a raça Jersey. Mais que o prejuízo em si, embora isso seja bastante lamentável, Sérgio Batalha compartilhou a informações para lamentar essa situação de intranquilidade que reina no interior de Lages e dos municípios da Serra.

RECOMPENSA

Como não existe forma de fazer cinco bezerros desaparecerem do nada, Sérgio Batalha está oferecendo recompensa para quem der qualquer informação que permita chegar até o pequeno rebanho. As informações podem ser prestadas diretamente na Polícia Civil ou Militar.

A imagem é ilustrativa, mas três dos cinco bezerros furtados eram dessa pelagem, raça Jersey. Como esses animais dependem de cadastramento (brincagem), os ladrões não podem comercializar os terneiros.


Informações: (49) 99983 0926

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2 COMENTÁRIOS

  1. Bom dia Edson!
    E esses brincos que a Epagri exige para quê serve? Quem tem algumas cabeças de gado, os pequenos agricultores só se incomodam com isso, até mesmo na hora de abater um boi para consumo. E pelo visto não tem ajudado em nada…

  2. A carne desses bezerros novos alcançam um alto preço no mercado informal de carnes. Curiosamente o jornalista e decano da imprensa lageana, Névio Fernandes em uma postagem em seu Facebook, dias atrás, teceu fato ocorrido em 1954 sobre os constantes roubos de gado em terras lageanas e na época os fazendeiros também pediam providência para o caso. Quer dizer só muda a época e o abigeato continua, pois é um crime esparso, ocorre não continuadamente, mas vale pelo fato histórico curioso.

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