Coruja responde a Colombo: “Louco, eu?”

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Deputado Fernando Coruja fez referência à página na tribuna da Alesc por causa da declaração do governador Colombo de que a Serra Catarinense possui apenas um deputado (Gabriel Ribeiro), ‘esquecendo-se’ do peemedebista. O que não sabíamos (e Coruja relatou no plenário) é que Colombo corrigiu o ‘esquecimento’ apontando que ‘a região tem outro, mas é louco’. O próprio Coruja informou desse complemento do governador.


ENSAIO SOBRE A LOUCURA

Ter sido chamado de louco, ao contrário do que se possa imaginar, não ofendeu Coruja. Tanto que ele utilizou uns 10 minutos para dissertar sobre loucura. Foi de Machado de Assis a Michel Foucault, passando por Pinel e fechou com citação de Rogério Castro: “Aqui em Lages metade é louco e a outra metade pensa que não é”.

FALÁCIA DA LOUCURA

Coruja disse que ser chamado de louco não me ofende. “Eu de certa forma estou lá mesmo, na loucura”. Para o deputado “este argumento do governador é uma falácia, porque o que não é normal é não aceitar as críticas que aqui são feitas”. Numa referência a sua postura na Alesc.

‘ISTO É LOUCURA’

Para Coruja, não basta desqualificar o autor das críticas. “O que me parece ser uma loucura é tomar um empréstimo de R$ 700 milhões, com um ano de carência e quatro anos para pagamento, e distribuir aos municípios. Isso não vai resolver os problemas de Santa Catarina”. Ele lembrou que a audiência pública para discutir a questão da saúde, agendada para esta quarta-feira, foi cancelada.

O deputado tomando um cafezinho durante a peleia parlamentar. Aliás, café é bom…

CORUJA CONCLUIU

“Não quero aqui discutir a minha saúde mental, quero discutir as contas públicas, a situação da saúde e da segurança. O resto é loucura para se conversar em mesa de bar”, finalizou Coruja ressaltando que “afinal de médico e louco, todo mundo tem um pouco”.

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3 COMENTÁRIOS

  1. Meu amigo Coruja; falando sério eu até pensei que vc estava ficando meio louco. Quando fomos vereador juntos em LAGES, denunciamos os desmandos do Colombo na prefeitura, entre outras coisas as feijoadas que eram compradas pela prefeitura para dar como alimentação aos doentes da maternidade Tereza Ramos, que à época era municipalizada, (pelo menos assim demonstravam as prestações de conta enviadas pelo Colombo a Câmara), e como me diziam que vc era amigo dele é que o apoiava na sua administração no governo do Estado, eu estava preocupado com tua saúde. Mas bastou acompanhar o teu trabalho na assembleia para perceber que continuas o mesmo; honesto, combativo, sem medo de dizer a verdade é o resultado disto nós já conhecemos, deixa um mau administrador louco. Continue assim meu amigo deputado, acho que ele vai ficar louco, mas não serás por certo o responsável; creio que seus amigos Batistas e da Odebrech, com quem ele deve estar muito preocupado neste momento é que acabarão levando-o a loucura. Vai firme meu SENADOR CORUJA.

  2. Conheço. Bem este deputado trabalhei com ele por muitos anos é muito correto é simples sem rodeios vai direto ao assunto,siga em frente dr Fernando… Não decpcione seus eleitores .meu abraço fraterno.

  3. Não existe política e portanto, políticos honestos nesse Brasil. Nem Coruja, nem Colombo. Se for oportuno, logo estarão juntos, em palanques eleitorais, aliás, como já aconteceu. Os políticos se aproveitam da memória curta do povo brasileiro, que gasta energia com futebol e Big Brother!

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