Bairros: Ceron retoma ‘fale que te escuto’

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Prefeito Ceron e todo o colegiado (inclusive o vice Polese) voltaram a ouvir lideranças comunitárias em reuniões setorizadas. No 11 de setembro foram reunidos 11 presentes de associações de moradores (eram esperados 19). Foi uma espécie de devolutiva da reunião anterior no bairro da Bates. Algumas demandas foram solucionadas. Outras surgiram nesses 6 meses que separam os dois encontros.

Ceron e secretários como Marli Nacif, Mecabô, Jean Felipe, Marião, Odila e o Executivo de Turismo, Pinheiro, ouvindo dirigentes comunitários de 11 associações de moradores


SOLICITAÇÃO RECORRENTE

Área da saúde foi alvo da maioria das colocações feitas pelos presidentes das Associações: Falta de médicos, medicamentos e ampliação de UBS. Secretária Odila Waldrich reiterou que os projetos de ampliação e reforma estão sendo feitos. Sobre a falta de médicos, as contratações estão na fase final e já nos próximos dias, os profissionais já estarão disponíveis em todas as unidades que estão com deficiência.

PEDIDOS POR CAUSA DO SHOPPING

Uma reivindicação coletiva considerada pertinente e correta pelo prefeito Ceron, se refere à construção de capelas mortuárias, junto ao Cemitério da Penha. A preocupação envolve vários bairros, em especial o Vila Mariza e o próprio Penha. A justificativa, tanto para a construção das capelas quanto à ampliação da UBS e de CEIM se deve ao aumento populacional em razão do Shopping, que está atraindo novos loteamentos, com a verificação do crescente número de habitantes.



ASILO VICENTINO

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1 COMENTÁRIO

  1. Bom, já que ele abriu esta janela, é preciso que ele cobre do secretário da pasta que faz ou planeja a manutenção de ruas municipais para que quando determinar o “patrolamento” de uma rua que seja em seguida providenciado cascalhamento. Digo isso, pois, a uma semana atrás uma motoniveladora da prefeitura veio “patrolar” a rua da minha casa. Ocorre que a rua tinha um terreno bem assentado e com alguma brita, o que impedia a formação de lama quando chove e poeira demasiada na estiagem. Depois do trabalhinho a motoniveladora deixou terra frouxa, tirou as pedras que restavam e nada de cascalho. Enquanto a chuva não vem temos que conviver com a poeira em excesso, já que a terra frouxa deixada levanta até com a correria dos cuscos da rua, e quando a chuva chegar é a vez do barro! Se não for pra fazer um trabalho adequado que ao menos não deteriorem o que está a contento. A rua em questão é a Gilcionir Zapelini Branco, no bairro Popular.

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