Lages: Uma morte por Aids a cada 15 dias

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Vereador David Moro (PMDB) fez um pedido de informações bastante pertinente. Buscou dados obre o tratamento e a incidência de Aids em Lages. Tudo, naturalmente, com cautela porque as pessoas infectadas pelo vírus HIV mantêm a discrição, visto que ainda existe certo grau de preconceito. A secretária Odila Waldrich repassou os dados, reforçando informações sobre o trabalho de atendimento que é feito às pessoas que contraíram a doença.

OS NÚMEROS EM LAGES

Segundo os dados da Secretaria de Saúde, respondendo as indagações do vereador David, atualmente são tratadas 890 pessoas pelo programa mantido em Lages. Dessa quantidade, são 736 residentes em Lages e outras 154 pessoas oriundas de outros municípios da Serra Catarinense. Registra-se também 183 pessoas que abandonaram o tratamento, mas que o serviço social tenta reintegrá-los. Quando da resposta ao vereador com data de 28 de agosto, eram 8 internados com a doença no Hospital Tereza Ramos e um paciente com HIV no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres.

NÚMERO DA MORTALIDADE

De acordo com os dados da Secretaria da Saúde, ano passado foram registrados 26 mortes em decorrência de complicações oriundas da doença. Até o mês de julho de 2017 ocorreram outros 13 óbitos. Considerando os dados do ano passado e deste ano, Lages registra uma média de uma morte a cada 15 dias, por circunstâncias ligadas à Aids.

Vereador David Moro (em primeiro plano no registro), explica que a intenção de buscar os dados em âmbito de município e tornar isso público, é chamar a atenção para o problema da Aids. As pessoas precisam continuar atentas, buscando mecanismos de proteção e prevenção porque, infelizmente, embora exista tratamento, a Aids continua matando em todo o Brasil, inclusive nos municípios da Serra Catarinense e em Lages



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1 COMENTÁRIO

  1. A retomada do tratamento perpassa por várias expressões da questão social, além do preconceito, que tem sua raiz na falta de conhecimento, também temos o empobrecimento da população, onde muitos não tem sequer condições de buscar seus medicamentos.
    Que tal se o vereador propusesse uma lei que dá gratuidade de ao menos duas passagens de ônibus para a referida população?

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