Eleições 2018: Distritão bate na trave

0
292

Não terá mudanças no sistema de votações para deputado Estadual e Federal ano que vem. A proposta de implantação do modelo distritão foi rejeitada na Câmara dos Deputados por causa da pressão dos partidos nanicos e de menor expressão como o PPS, por exemplo, além do PT. PMDB, PSDB e PSD queriam o modelo, visto que, sem dinheiro para a campanha, a eleição se tornará bem mais complicada. Mas não houve concordância e a proposta não vingou.

O QUE SERIA O DISTRITÃO?

A proposta previa o fim das coligações proporcionais (Estadual e Federal). No caso de Santa Catarina, por exemplo, seriam eleitos os 16 candidatos a Federal com mais votos e 40 Estaduais mais bem votados. Acabaria, por exemplo, com situações onde o deputado Edinho com mais de 100 mil votos ficou de fora da lista de eleitos e nomes como Giovânia de Sá com 52 mil votos e Carmen Zanotto com 78.000 votos obtiveram vagas.

PPS orientou pelo não ao distritão porque a sigla poderia entrar para a degola se o modelo entrasse em vigor.

E AGORA?

Salvo alguma mudança nos próximos 15 dias – algo bastante improvável – será mantido o sistema de coligação na proporcional entre partidos para eleger deputados Estaduais e Federais. Qualquer modelo no sistema terá que ocorrer até 7 de outubro, um ano antes do pleito de 2018.

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here