Como fica o Samu com os Bombeiros?

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Gestores das Secretarias de Saúde dos municípios aprovaram o novo modelo de gestão do Samu. Proposta é de integração do Samu Estadual, sob gestão da Secretaria de Estado da Saúde com o Corpo de Bombeiros Militar. Além disso, serão integradas as Unidades de Suporte Básico (USB) dos municípios também para a gestão do Estado, de forma gradativa.

CAROPRESO APONTA MELHORIAS

Segundo o secretário Vicente Caropreso (Saúde SC), o Samu passa por uma nova fase de comunicação e integração. “Haverá um aumentando de disponibilidade de viaturas e de pessoal. Também teremos um custo menor do que antes. Esse conjunto de situações interessa a todos. Foi definida uma teia de atendimento com um trabalho integrado entre Estado, Corpo de Bombeiros Militar e Voluntários, saúde e municípios para que possamos atender aos reclames da sociedade”.

Como o novo modelo aprovado pela Comissão de Intergestores Bipartite (CIB) os Bombeiros comandarão a gestão do Samu com o suporte financeiro da Secretaria de Estado da Saúde


COMO FICAM AS CENTRAIS REGULADORAS?

Lages possui uma das seis centrais reguladoras do Samu. É da estrutura em Lages que partem orientações para atendimento em vários municípios, cruzando dados e mobilizando ambulâncias. Essa alteração de gestão do Samu ainda não deixou claro como fica a estrutura de Lages (e das outras regiões). São mais de 40 pessoas trabalhando na Central de Regulação de Lages, entre médicos, enfermeiras, técnicos e o novo modelo não deixa claro se haverá desativação das centrais ou se os Bombeiros terão estrutura semelhante, inclusive aproveitando o pessoal que atua no SAMU.

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1 COMENTÁRIO

  1. O SAMU foi criado na gestão Lula, uma política pública como o SUS de enorme alcance social não me admira que comecem este desmonte para levar os usuários para a rede privada, me lembro que na ocasião destes comentários todos os políticos lageanos eram da opinião de que como o governador era lageano uma das sedes não sairia de Lages e agora somos preteridos sempre nunca reclamamos, os serviços sem investimentos não se ampliam e algo criado para economizar sendo diminui serviços, mas a população se adapta e acha normal.

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