Lages: Central do Samu deixará de existir

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Na coletiva da quinta-feira sobre o novo modelo de prestação de serviços pelo Samu, através de gestão com o Corpo de Bombeiros, foi colocada pá de cal na esperança que havia de manter estruturas de Centrais de Regulação no interior do Estado. Lages, por exemplo, cuja central atende o miolo central do Estado terá sua central desativada, com a gestão incorporada pelos Bombeiros.

APENAS UMA CENTRAL

De acordo com as informações repassadas, os serviços prestados pelas oito centrais que atualmente fazem a regulação médica do APH em Santa Catarina serão concentrados em uma única central. A nova Central de Regulação terá tecnologia de ponta e será integrada com a Central do Corpo de Bombeiros Militar.

SEGUNDO INFORMADO

As equipes de atendimento, tanto dos bombeiros quanto as do Samu, saberão para que hospital o paciente será transportado em função da especialidade médica, do tipo de lesão ou gravidade do quadro e possibilidade de atendimento rápido, de acordo com a disponibilidade e unidade hospitalar.

A CENTRAL ÚNICA

A nova Central de Regulação terá, diariamente, equipes compostas por 12 médicos, 27 técnicos auxiliares de regulação médica, oito rádio operadores e terá como sede o atual Complexo da Segurança Pública em Florianópolis.

Os detalhes sobre o novo modelo que estará operando em definitivo a partir de maio (2018) foram compartilhados nessa conversa liderada pelo secretário Caropreso (Saúde). A Central de Regulação do Samu existente hoje em Lages possui um corpo funcional de cerca de 50 pessoas. A partir de maio, o trabalho estará centralizado nos Bombeiros e a dúvida é se o efetivo fará o trabalho todo ou se haverá reforço na equipe

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