Diocese trata assunto com rigor e cautela

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Trecho da nota assinada pelo administrador Apostólico da Diocese de Lages, o Bispo Emérito Dom Nelson Westrupp, sobre episódio envolvendo suspeitas de que um padre de São Joaquim estaria envolvido em crimes de pedofilia:

“Até agora a Polícia Civil não encontrou provas cabais que incriminassem o padre. Continua a investigação. É necessária, portanto, aguardar o resultado final da investigação para não se cometer julgamentos precipitados. A Diocese está tomando providências concretas em relação às denúncias e acusações contra o padre. Já está em andamento uma investigação prévia de acordo com o Código de Direito Canônico, conforme o Cânon 1717, afim de averiguar se há ou não o referido delito. Esta investigação está a cargo de um investigador ou auditor e por um notário, por mim nomeados”.

AINDA O ESCLARECIMENTO

“Enquanto perdurar a investigação, o referido padre ficará suspenso dos exercícios ministeriais. Lembramos a todas as pessoas de boa vontade que a Igreja, de nenhum modo, é conivente com tal crime. Tem profunda compreensão e solidariedade com as vítimas e seus familiares, bem como trata este e outros casos semelhantes de forma rigorosa e transparente. Rezemos para que esta realidade possa nunca mais existir no mundo, em especial, na Igreja”.

A nota é assinada por Dom Nelson, que conduz o assunto e as coisas relacionadas à Igreja Católica na Diocese de Lages com serenidade e cautela

PROVAS CABAIS

O aparelho celular onde estaria a prova de comportamento reprovável do padre em questão não foi localizado pela Polícia. A força tarefa que combate a pedofilia (inclusive formada pela Polícia Federal) teria outras provas. Porém, até o momento, como aponta o Administrador Apostólico, tudo está na esfera das investigações. Enquanto isso, o padre está afastado das funções.

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